Igreja Ortodoxa 

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Algumas igrejas ortodoxas têm cúpula em forma de cebola.
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A ortodoxia oriental é um dos principais ramos do cristianismo. Compõe-se de um grupo de Igrejas, a maioria delas ligada a um país específico. O patriarca (ou líder) da Igreja de Constantinopla (atual Istambul, na Turquia) é o representante geral da ortodoxia oriental. Mas cada Igreja é independente e escolhe o seu próprio dirigente. Existem ao todo mais de 200 milhões de cristãos ortodoxos. A maioria deles vive na Grécia, na Rússia, na Ucrânia, nos Bálcãs e no Oriente Médio.

A ortodoxia oriental é um dos principais ramos do cristianismo. Compõe-se de um grupo de Igrejas, a maioria delas ligada a um país específico. O patriarca (ou líder) da Igreja de Constantinopla (atual Istambul, na Turquia) é o representante geral da ortodoxia oriental. Mas cada Igreja é independente e escolhe o seu próprio dirigente. Existem ao todo mais de 200 milhões de cristãos ortodoxos. A maioria deles vive na Grécia, na Rússia, na Ucrânia, nos Bálcãs e no Oriente Médio.

Crenças e práticas

Os cristãos ortodoxos remontam sua história aos primórdios do cristianismo e afirmam que praticam a religião da mesma forma que os primeiros cristãos. Ao contrário dos católicos, eles não reconhecem a autoridade do papa.

Todo domingo a Igreja Ortodoxa celebra seu serviço mais importante, a Divina Liturgia. Durante a celebração, os membros da Igreja comem pão em memória da Última Ceia de Jesus. Assim como nas outras Igrejas cristãs, esse ato é conhecido como comunhão. Ele constitui um dos sete sacramentos, ou cerimônias sagradas, da Igreja Ortodoxa.

História

O cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano no século IV a.C. No século V, a parte ocidental do império caiu nas mãos de invasores, mas a parte oriental sobreviveu por mais mil anos, com o nome de Império Bizantino. O papa surgiu como líder da Igreja ocidental, e o chefe da Igreja oriental ficou sendo o patriarca de Constantinopla.

A Igreja ocidental e a oriental discordam quanto a algumas questões religiosas. Elas se desenvolveram afastadas uma da outra durante muitos séculos e em 1054 acabaram se separando. As Igrejas formadas no leste passaram a se chamar Igrejas Ortodoxas Orientais e a ocidental recebeu o nome de Igreja Católica Apostólica Romana.

Os turcos muçulmanos conquistaram a última parte do Império Bizantino em 1453. A Igreja russa, que estava fora do império, foi a única Igreja Ortodoxa que continuou livre do domínio turco. Assim, ela assumiu uma posição de liderança entre todas as Igrejas que seguem a mesma fé. Hoje é a maior Igreja Ortodoxa do mundo.