Abraão é uma figura de importância primordial para três grandes religiões: a judaica, a cristã e a muçulmana. Ele é considerado o patriarca da nação de Israel.

A história de Abraão é narrada no Gênesis, o primeiro livro da Bíblia. Nos tempos modernos, os arqueólogos encontraram placas de argila antigas com escritos que contam mais sobre essa história.

Segundo a Bíblia, Abraão saiu da terra de Ur, na Mesopotâmia (onde hoje fica o Iraque). Ele fazia parte de um povo de pastores nômades – isto é, que viviam se mudando de um lugar para outro, acompanhando seus rebanhos. Há cerca de 4 mil anos, eles se estabeleceram em Harã, que ficava onde hoje é a Turquia. Ali, Deus disse a Abraão para abandonar seu povo e se mudar para uma nova terra. Ele obedeceu.

Com 75 anos de idade, Abraão viajou para Canaã (a terra em que hoje fica Israel) com a mulher, Sara, e outras pessoas. Deus lhe disse que ele e seus descendentes se tornariam donos daquela terra. A princípio, Abraão e Sara pensaram que eram velhos demais para ter filhos. Abraão teve seu primeiro filho, chamado Ismael, com Agar, a escrava de Sara. Mais tarde, Sara também teve um filho, chamado Isaac. Segundo o que se conta na Bíblia, Abraão morreu aos 175 anos.

Isaac herdou a terra de Canaã. Depois de sua morte, o filho de Isaac, chamado Jacó, se tornou dono da região. Deus mudou o nome de Jacó para Israel. Os judeus são descendentes dele. No cristianismo, Abraão é considerado o pai, ou patriarca, de todos aqueles que acreditam em Deus. Abraão também é importante para os muçulmanos, pois os árabes se consideram descendentes de seu filho Ismael. No Alcorão, que é o livro sagrado do islamismo, conta-se que Abraão e Ismael construíram o santuário de Caaba, considerado o local mais sagrado do mundo muçulmano. A Caaba se localiza em Meca, na Arábia Saudita.

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