Augusto foi o primeiro imperador da Roma antiga. Durante seu longo reinado, o mundo romano viveu um período de riqueza, paz e realizações culturais que ficou conhecido como Era de Augusto.

Infância e juventude

Augusto nasceu em 23 de setembro do ano 63 a.C. e recebeu o nome de Caio Otávio. Seu pai era senador romano, e a mãe, sobrinha de Júlio César. Em 49 a.C., César assumiu o controle da república de Roma, mas foi assassinado em 44 a.C. Só então o jovem Otávio ficou sabendo que César o escolhera como herdeiro político.

Ascensão ao poder

Marco Antônio, o mais importante general de César, disputou o poder com Otávio, mas este recebeu o apoio do exército e do senado. Foi então reconhecido como filho adotivo de César, passando a se chamar Caio Júlio César Otaviano, ou simplesmente Otaviano.

Em 43 a.C., ele formou com Marco Antônio e Lépido (outro partidário de César) um triunvirato, isto é, um governo integrado por três líderes. Entretanto, eles continuaram a disputar o poder até 32 a.C., quando Lépido foi afastado. Otávio então assumiu o controle dos territórios do Ocidente e Antônio passou a governar o Oriente.

Antônio descuidou-se dos assuntos do governo, instalando-se em Alexandria com Cleópatra, a rainha do Egito. Essa situação, malvista pelos romanos, permitiu que Otávio acusasse Antônio de traição. A disputa pelo poder terminou com a derrota de Antônio na batalha de Áccio, em 31 a.C.

Imperador

A vitória de Otávio sobre Antônio marcou o fim da República e o início do Império Romano. Otávio passou a controlar todo o mundo romano. Em 25 a.C., o senado conferiu-lhe o título de Augusto (o celebrado, ou o sagrado).

As legiões de Augusto continuaram a conquistar territórios para o Império Romano, até ser detidas pelos germanos, no ano 9 da era cristã. Augusto então se concentrou em administrar o império. Fundou cidades, construiu estradas, fomentou a agricultura e incentivou as artes. Morreu em 19 de agosto do ano 14 d.C., deixando como sucessor o filho adotivo Tibério.

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