O Reino da Bélgica é um pequeno e próspero país no noroeste da Europa cuja capital e maior cidade é Bruxelas. Sua população é de 11.300.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 30.528 km2.

Geografia

A Bélgica faz fronteira com Holanda, Alemanha, Luxemburgo e França. A noroeste fica o mar do Norte.

O país se divide em três regiões principais. O norte é plano e baixo. A parte central tem muitas fazendas em suas planícies. A região sul abrange as terras altas e florestas das Ardenas, onde se encontra a maior parte dos animais selvagens do país, dentre eles javalis, gatos-selvagens, cervos e faisões.

População

Os belgas dividem-se em dois grupos principais. Mais da metade do povo é formada pelos flamengos, que vivem principalmente no norte. Cerca de um terço é composto por valões, a maior parte dos quais vive no sul. Os flamengos falam neerlandês, também conhecido como flamengo ou holandês, os valões falam francês e um grupo menor de pessoas fala alemão. Muitos belgas são católicos romanos. A maior parte da população vive nas cidades.

Economia

As indústrias, o comércio internacional e os serviços (especialmente os bancários) constituem as partes mais importantes da economia belga. As indústrias fabricam produtos químicos e alimentícios, carros, peças automotivas e máquinas. A cidade da Antuérpia é um centro de corte e lapidação de diamantes. Os fazendeiros, responsáveis por apenas uma pequena parte da economia, cultivam principalmente açúcar de beterraba e criam porcos.

História

O nome Bélgica deriva da palavra latina belgae, como era chamado um grupo de celtas que se estabeleceu na região ainda nos tempos pré-históricos. Os franco-germânicos assumiram o controle da área no século V e converteram o povo ao cristianismo. Posteriormente, a Bélgica foi dividida em muitos territórios independentes. As cidades flamengas tornaram-se centros do comércio internacional na Idade Média.

Domínio estrangeiro

No século XIV, a Bélgica ficou sob o controle da Borgonha, território que incluía uma parte da França. Os Habsburgos, uma poderosa família alemã, governou a Bélgica durante a maior parte do século XVI até o século XVIII.

Em 1795, a França dominou a Bélgica. Após a derrota do imperador francês Napoleão I, em 1815, a Bélgica passou ao domínio da Holanda, nação de maioria protestante. Os muitos católicos romanos na Bélgica resistiram ferozmente ao governo holandês. Em 1830, os belgas se rebelaram e, no ano seguinte, proclamaram o Reino da Bélgica independente.

Independência

No final do século XIX, o rei belga Leopoldo II assumiu o controle de uma colônia na região do Congo (atual República Democrática do Congo), na África. Os belgas governaram sua colônia — muitas vezes com mão de ferro — até 1960.

Durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, a Alemanha invadiu e ocupou a Bélgica. Os nazistas forçaram centenas de milhares de belgas a trabalhar na Alemanha.

Depois das guerras, a Bélgica apoiou a cooperação pacífica da Europa Ocidental. O país foi membro fundador da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e da Comunidade Econômica Europeia (que mais tarde virou a União Europeia).

Durante a década de 1960, as tensões entre flamengos e valões cresceram. O governo dividiu a Bélgica em três regiões linguísticas: Flandres, de idioma flamengo, Valônia, de idioma francês, e Bruxelas, que é bilíngue. Na década de 1990, as regiões se fortaleceram no governo e o rei perdeu poder.

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