Bill Clinton, o 42° presidente dos Estados Unidos, exerceu o cargo por dois mandatos, de 1993 a 2001. Líder popular, Clinton promoveu o crescimento econômico, mas foi também o segundo presidente do país a enfrentar um processo de impeachment (impedimento), por ser oficialmente acusado de um crime. (O primeiro foi Andrew Johnson, em 1868.)

Juventude

William Jefferson Blythe III nasceu em 19 de agosto de 1946, em Hope, no estado do Arkansas, nos Estados Unidos. Seu pai morreu em um acidente de carro antes que ele nascesse. Sua mãe, Virginia Dell Blythe, casou-se depois com Roger Clinton, e Bill adotou o sobrenome de seu padrasto.

Formado pela Universidade de Georgetown, na cidade de Washington, em 1968, Clinton cursou então a Universidade de Oxford, na Inglaterra. Em 1973, graduou-se em direito pela Universidade Yale. Em 1975, casou-se com Hillary Rodham, sua colega em Yale, com quem teve uma filha.

Carreira política

Em 1974, Clinton candidatou-se à eleição para a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, mas não teve êxito. Dois anos depois, foi eleito procurador-geral do Arkansas e, em 1978, tornou-se governador desse estado. Clinton perdeu a eleição de 1980, mas venceu novamente dois anos depois. Foi eleito ainda mais três vezes. Como governador, reformou os sistemas educacional e tributário do Arkansas.

Presidência

Clinton tornou-se candidato do Partido Democrata à eleição presidencial de 1992 e escolheu o senador Al Gore para ser o candidato a vice-presidente. Derrotou George H. Bush, o candidato republicano, com 43 por cento dos votos.

Clinton obteve muitos êxitos em seu primeiro mandato. Escolheu mulheres e representantes de minorias para ocupar cargos importantes, coordenou a assinatura de um grande acordo comercial entre os Estados Unidos, o Canadá e o México e participou de negociações de paz entre Israel e os palestinos no Oriente Médio. Enviou também forças de paz à Bósnia e Herzegovina após a guerra civil nesse país.

Contudo, os planos de Clinton para a reforma do sistema de saúde fracassaram. Além disso, ele e sua mulher tiveram seus nomes associados a um escândalo financeiro conhecido como Caso Whitewater. Mesmo assim, Clinton derrotou o candidato republicano Bob Dole nas eleições de 1996. Seu sucesso se deveu principalmente aos bons resultados econômicos do país.

Em 1998, divulgou-se a informação de que Clinton teria mantido uma relação imprópria com uma jovem funcionária da Casa Branca. A Câmara dos Deputados votou a favor do impeachment do presidente e o acusou de mentir sob juramento e tentar impedir a investigação do caso. Em 1999, o Senado o inocentou.

Apesar do processo que sofreu, Clinton se manteve popular e passou seu último ano na presidência trabalhando em acordos de paz no Oriente Médio e na Irlanda.

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