O Butão é um país situado na cordilheira do Himalaia, no centro-sul da Ásia. As montanhas em seu território e a política de isolamento de seus reis mantiveram o país afastado dos assuntos do resto do mundo até a década de 1950. A capital do Butão é Tinfu. O país tem 747.000 habitantes (estimativa de 2014) e ocupa uma área de 38.394 km2.

O Butão fica entre a China e a Índia. Ao norte, montanhas cobertas de neve atingem mais de 7.300 metros de altura. Vales férteis cobrem a parte central do país. No sul ficam florestas e savanas.

Pinheiros e carvalhos crescem nas montanhas, em cujas encostas, no verão, pastam iaques. Os principais animais selvagens são leopardos-das-neves, macacos e aves de migração.

Os bútias, povo cujos ancestrais vieram do Tibete, constituem mais da metade da população. Eles dominam a política local e praticam o budismo, religião oficial do país. A língua dos bútias, o dzongkha, é a mais falada no Butão. O segundo maior grupo são os nepaleses, que falam o nepali e praticam o hinduísmo. O menor grupo são os xartchops, budistas oriundos das áreas vizinhas da Índia que foram provavelmente os primeiros a viver na região.

A principal ocupação no Butão é a agricultura. Os camponeses criam gado, porcos, cabras, cavalos e ovelhas, além de cultivar milho, arroz, batata, cana-de-açúcar, trigo, frutas e verduras. Outras atividades importantes para a economia são a exploração da madeira e a construção.

No século IX, pessoas vindas do Tibete se estabeleceram onde fica atualmente o Butão. No século XVII, um sacerdote budista tibetano tornou-se o primeiro rei do país. A nação ficou isolada do mundo exterior até a década de 1950.

Em 1990, cerca de 100 mil butaneses de origem nepalesa foram obrigados a deixar o Butão devido a tensões com o governo. Muitos se mudaram para o Nepal, porém com esperança de poder retornar ao Butão. O rei começou a modernizar o governo no fim da década de 1990. Por volta de 2008, o país aprovou uma nova Constituição e um parlamento eleito.

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