O CD, abreviatura do inglês compact disc (em português, “disco compacto”), é uma peça de plástico achatada e redonda utilizada para armazenar e reproduzir informações digitalizadas. Essas informações podem conter música, imagens, programas de computador ou, ainda, jogos. Quem inventou o CD foi o americano James T. Russel, no final dos anos 1960.

O videodisco digital, ou DVD, é parecido com o CD, mas é mais evoluído, pois tem maior capacidade de gravação e melhor qualidade. Os DVDs geralmente são usados para a gravação de filmes de cinema ou shows de música.

Como funciona o CD

O CD tem cerca de 1,2 milímetro de espessura por 12 centímetros de diâmetro. Dentro do disco fica uma fina camada de metal. As informações são armazenadas na camada metálica em forma de minúsculos sulcos, ou ranhuras, e nas partes entre eles. Os sulcos são organizados em espiral, ou de forma sinuosa. A espiral começa no centro do disco e se desenrola até chegar à beira.

O CD é reproduzido por um tocador de CD ou um computador. O tocador ou computador faz girar o CD. Um laser (um forte feixe de luz) ilumina o CD enquanto ele está girando. O feixe de luz se reflete sobre a camada metálica do CD. A forma das ranhuras no metal cria um padrão de luz refletida. O tocador de CD ou o computador lê esse padrão de luz e o converte em uma forma que as pessoas possam ver, ouvir e/ou ler.

História

Os CDs que armazenavam sons começaram a ser comercializados em 1982. No meio da década de 1980, foram criados novos discos, chamados CD-ROMs, que podem armazenar imagens e programas de computador. Os DVDs apareceram em 1995.

Antes da invenção dos CDs e dos DVDs, a música e os filmes eram armazenados em discos de vinil, em filmes ou em fitas magnéticas. Os CDs e os DVDs são um avanço na maneira de armazenar informações. A qualidade de som do CD e do DVD é melhor que a das antigas fitas e discos. Os CDs e os DVDs também duram mais e ocupam menos espaço de armazenagem que os filmes, as fitas magnéticas e os discos de vinil.

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