Carlos Magno foi um grande líder que viveu durante a Idade Média. Como rei dos francos, ele unificou vários territórios cristãos da Europa ocidental. Foi declarado imperador das áreas conquistadas, que mais tarde passaram a se chamar Sagrado Império Romano, ou Sacro Império Romano-Germânico. Ele era um grande líder guerreiro, mas também respeitava e preservava a cultura e o conhecimento. O nome Carlos Magno significa “Carlos, o Grande”.

Primeiros anos

Carlos Magno nasceu por volta de 742 d.C. Era o filho mais velho de Pepino III. Ao contrário da maioria das pessoas da época, aprendeu a ler. Também desenvolveu uma devoção permanente à Igreja.

O pai de Carlos se tornou rei dos francos em 751. Nessa época, a Europa consistia em muitos reinos independentes que haviam surgido depois do colapso do Império Romano, no século V. Os francos ocupavam o território onde hoje fica a França e algumas regiões vizinhas. O exército de Pepino ajudou o papa, que era o chefe da Igreja, em diversas batalhas contra a tribo dos lombardos. O jovem Carlos aprendeu com as conquistas de seu pai.

Conquistas

Pepino morreu em 768, e o irmão de Carlos morreu em 771. Com isso, Carlos tornou-se o rei dos francos. Ele também começou a conquistar as tribos em redor. Foi derrotado no norte da Espanha, em 778, mas depois venceu os lombardos do norte da Itália e os saxões do centro da Alemanha.

Carlos Magno instalou sua capital no oeste do que hoje é a Alemanha, na cidade de Aachen (conhecida em francês como Aix-la-Chapelle). No dia de Natal do ano 800, o papa Leão III o coroou imperador do Ocidente. Carlos Magno tentou, então, restaurar grande parte da unidade do antigo Império Romano.

Influência

Carlos Magno foi um grande reformador. Ele estabeleceu um sistema de moeda para promover o comércio, mandou construir estradas e pontes e incentivou métodos mais modernos de agricultura. Convidou estudiosos a viverem na sua corte, colecionou livros e fundou uma escola.

Carlos Magno morreu em 814 e foi sucedido por seu filho Luís. Luís morreu em 840, e os três filhos dele dividiram o império. Ainda assim, o Sacro Império Romano-Germânico sobreviveu — de um modo ou de outro — por mil anos.

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