A República da Costa do Marfim fica na costa oeste da África. Seu nome originou-se do comércio de presas de elefante, ou seja, do marfim, estabelecido por exploradores portugueses no século XVII. Desde 1983, Yamussukro é a capital oficial, mas a maioria dos órgãos do governo funciona na antiga capital, Abidjã. O país tem cerca de 22.849.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 322.463 km2.

A Costa do Marfim faz fronteira com a Libéria, a Guiné, Mali, Burkina Faso e Gana. O oceano Atlântico banha o sul. O terreno se eleva continuamente desde a costa baixa, no sul, até a alta savana, no norte. Montanhas são encontradas no oeste do país. O clima em geral é quente e úmido. A região norte é semiárida.

Na floresta tropical, no sul, são abundantes o mogno e a teca. Entre os animais do país estão o porco selvagem gigante e o bongo (um tipo de antílope). Na savana, ao norte, vivem antílopes, leões e elefantes.

Entre os maiores grupos étnicos estão os akãs e os mandês. O francês é a língua oficial. A maioria da população é muçulmana ou cristã, mas muitas pessoas seguem as religiões tradicionais africanas ou não seguem religião nenhuma. Mais da metade dos marfinenses vive em áreas rurais.

A economia da Costa do Marfim depende bastante da agricultura. Nas fazendas cultiva-se inhame, mandioca, banana, abacaxi, cana-de-açúcar e outros alimentos. O país é grande exportador de cacau (primeiro lugar no mundo), de café e de algodão. Além da borracha, produz e exporta petróleo, gás natural, madeira, ouro e diamantes.

Antes da chegada dos europeus, no século XV, importantes reinos já existiam na região. Os europeus fizeram da área um grande entreposto de comércio de escravos e marfim. Em 1893, a França passou a colonizar a região. A Costa do Marfim obteve sua independência em 1960. Félix Houphouët-Boigny, o chamado Pai da Nação, foi eleito presidente e governou o país até sua morte, em 1993. Mais tarde, anos de instabilidade e protestos levaram a uma guerra civil no início do século XXI. O conflito terminou em 2007, mas as tensões políticas continuaram.

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