No topo do morro do Corcovado, com vista para a cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro, no Sudeste do Brasil, há uma estátua colossal de Jesus Cristo chamada Cristo Redentor. É a maior escultura de estilo art déco do mundo e é um dos marcos históricos mais famosos do Rio de Janeiro. A construção da estátua começou em 1926 e foi concluída cinco anos mais tarde. A cerimônia de inauguração foi realizada em 12 de outubro de 1931. O Cristo Redentor fica no Parque Nacional da Tijuca, que abriga a floresta da Tijuca — a maior floresta urbana do mundo.

A estátua tem 30 metros de altura, e os braços estendidos horizontalmente abrangem 28 metros. Ela é feita de concreto armado revestido com um mosaico de milhares de telhas de pedra-sabão triangulares. A base, um pedestal de pedra quadrado sobre o qual repousa a estátua, mede cerca de 8 metros de altura. Essa base está situada numa plataforma sobre o cume do morro.

A primeira ideia para a criação da estátua surgiu em 1850, quando o padre Pedro Maria Boss sugeriu a colocação de um monumento cristão no morro do Corcovado para honrar Isabel, a princesa regente do Brasil e a filha do imperador dom Pedro II. O projeto, no entanto, nunca foi aprovado. Em 1921, a arquidiocese do Rio de Janeiro propôs que a estátua do Cristo fosse construída no cume de 704 metros, que, por causa de sua altura imponente, a tornaria visível desde qualquer lugar da cidade carioca. Os cidadãos pediram ao presidente Epitácio Pessoa a aprovação da construção da estátua no Corcovado. A permissão foi concedida, e a pedra fundamental da base foi cerimonialmente colocada em 4 de abril de 1922, para comemorar o centenário da Independência do Brasil.

Como o desenho final do monumento ainda não tinha sido escolhido, no entanto, a competição foi realizada mais tarde, em 1922, para encontrar um artista. O engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa foi escolhido com base em seus esboços de uma figura de Cristo segurando uma cruz na mão direita e o globo na esquerda. Em colaboração com o artista plástico brasileiro Carlos Oswald, Silva Costa posteriormente alterou o plano — no entanto, Oswald foi creditado com a ideia da imponente figura com os braços abertos. O escultor francês Paul Landowski, que colaborou com Silva Costa no projeto final, foi creditado como o artista principal da cabeça e as mãos da figura (as partes da estátua foram modeladas na França). Para o projeto, foram levantados fundos de particulares, principalmente pela igreja. Os materiais e e trabalhadores foram transportados até o cume pela Estrada de Ferro do Corcovado (a primeira ferrovia eletrificada do Brasil e inaugurada por dom Pedro II em 1884).

Ao longo dos anos, a estátua teve reparos e renovações periódicas. Em 1980, passou por uma limpeza completa em preparação para a visita do papa João Paulo II ao Brasil naquele ano, e em 2010 a superfície foi reparada e restaurada. Escadas rolantes e elevadores panorâmicos foram adicionados a partir de 2002. Antes, a fim de atingir a própria estátua, os turistas subiam mais de 200 degraus. Em 2006, para marcar o 75° aniversário da estátua, uma capela em sua base foi dedicada a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

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