Nos séculos XVIII e XIX, o povo fon constituiu o reino do Daomé na costa oeste da África, tornando-se rico e poderoso devido ao comércio de escravos. Atualmente, a região é a parte sul de um país chamado Benin.

O Daomé tinha uma hierarquia social encabeçada pelo rei do povo fon. Abaixo dele vinham os nobres, seguidos pelos plebeus e, por fim, os escravos. Cada cargo do governo era ocupado por um homem e uma mulher. As mulheres vigiavam os homens e contavam para o rei tudo o que acontecia. Elas também integravam o poderoso exército do reino.

O reino do Daomé surgiu no século XVII, tendo origem em outro reino mais antigo, o de Alada. Negociantes europeus de escravos já visitavam a costa atlântica nessa época. Os daomeanos começaram a capturar negros de outras tribos para vendê-los aos negociantes de escravos em troca de armas e outros produtos. Depois, os escravos eram vendidos no Brasil e nas Antilhas. Outros eram mantidos no Daomé para trabalhar em grandes fazendas, que forneciam alimentos para o exército e a corte real.

O império cresceu e se fortaleceu ao longo do século XVIII. Depois que a Grã-Bretanha e outros países declararam a ilegalidade do comércio escravagista no século XIX, o Daomé passou a vender óleo de palmeira em vez de escravos.

No final do século XIX, a França conquistou o Daomé e o agregou a outras regiões para formar uma colônia também chamada Daomé, a qual tornou-se independente em 1960. O nome Daomé foi mantido até 1975, quando foi substituído pelo de República Popular do Benin.

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