O Reino da Dinamarca situa-se no extremo sul da região conhecida como Escandinávia, na Europa. A Escandinávia inclui também a Suécia e a Noruega. Embora pequena em território e população, a Dinamarca desempenhou um papel importante na história europeia. Sua capital é Copenhague. A população do país é de 5.641.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 43.098 km2.

Geografia

A Dinamarca é formada por uma longa península, conhecida como Jutlândia, e por 443 ilhas. Apenas 76 ilhas são habitadas. Copenhague fica em uma dessas ilhas. A Alemanha faz limite com o sul da península. Os mares Báltico e do Norte rodeiam o restante da Dinamarca. Há passagens de água, chamadas estreitos, que separam a Dinamarca da Noruega e da Suécia. A Groenlândia e as ilhas Faroe (ou Faeroe), ambas localizadas no norte do oceano Atlântico, são partes autônomas da Dinamarca.

A península da Jutlândia é uma região de planície com terras agrícolas no leste. O rio mais comprido da Dinamarca, o Gudenå, atravessa os 158 quilômetros da Jutlândia. As ilhas têm colinas baixas, pequenos lagos e praias arenosas. O clima é geralmente úmido e moderado.

Flora e fauna

Muitas das florestas originais da Dinamarca foram derrubadas para a implantação de fazendas, mas algumas áreas foram replantadas. A vida selvagem é representada por cervos, lebres e ouriços-cacheiros. Muitas aves vivem na Dinamarca, embora as cegonhas, que antigamente eram comuns, agora sejam raras. Os peixes são abundantes.

População

A maioria do povo da Dinamarca é composta de pessoas de ascendência dinamarquesa. Entre os grupos minoritários estão turcos, iranianos e paquistaneses. O dinamarquês, a língua oficial, é muito parecido com o idioma norueguês. O inglês também é amplamente falado. Muitas pessoas são fiéis da Igreja Luterana. Cerca de 85 por cento da população vive nas cidades e vilas.

Economia

A economia da Dinamarca baseia-se, principalmente, em serviços (por exemplo, bancos, educação e assistência médica) e manufaturas. Os principais produtos industriais são maquinaria, alimentos processados, metais, material impresso, objetos de plástico e borracha e móveis. O turismo e a indústria da pesca são igualmente importantes.

O país tem poucos recursos naturais. O solo é sua principal riqueza natural, pois mais da metade dele — 60 por cento — é próprio para a lavoura. As principais culturas são o trigo e a cevada, e o principal animal de criação é o porco. Os portos dinamarqueses dão suporte à grande indústria pesqueira.

História

A Dinamarca é habitada desde tempos pré-históricos. O reino dinamarquês data da era dos vikings, que durou do século IX até o século XI. Os vikings eram guerreiros de origem dinamarquesa, norueguesa e sueca que invadiram grande parte da Europa. No século XI, o Reino da Dinamarca abrangia partes do que hoje são a Alemanha, a Suécia, a Noruega e a Inglaterra.

Em 1397, a Dinamarca compreendia toda a Escandinávia, mais a Islândia, sob seu domínio. Depois de uma série de guerras, a Suécia abandonou a união em 1523. Em 1814, a Dinamarca foi forçada a devolver a Noruega à Suécia.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães ocuparam a Dinamarca. Em 1945, o país reconheceu a independência da Islândia. Em 1948, concedeu estatuto de autonomia às ilhas Faroe. Outra ex-colônia, a Groenlândia, conquistou sua autonomia em 1979. A Dinamarca entrou para a Comunidade Europeia (atualmente União Europeia) em 1973. Em 2000, todavia, a nação votou contra a adoção do euro — a unidade monetária da União Europeia — como sua moeda.

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