A pequena República de Djibuti compartilha a região conhecida como “Chifre da África” — triângulo de terra na costa leste do continente — com a Eritreia, a Etiópia e a Somália. Sua capital é a cidade-porto de Djibuti. A população é de 872.000 habitantes (estimativa de 2014) e o país ocupa uma superfície de 23.200 km2.

Geografia

Djibuti situa-se entre o mar Vermelho e o oceano Índico. Grande parte do solo do país é um deserto estéril. Ao norte, elevam-se as montanhas. O clima é quente o ano inteiro, e raramente chove.

Flora e fauna

A vegetação é escassa em Djibuti, reduzindo-se, em geral, a arbustos espinhosos e pastagens. Uma pequena floresta de oliveiras, juníperos e acácias cresce em volta do monte Mussa, o ponto mais elevado do país. Milhões de flamingos passam o inverno em torno do lago Assal, que tem água salgada. A fauna local inclui hienas, chacais, avestruzes, antílopes e gazelas.

População

Os dois maiores grupos étnicos são os issas e os afares. Os issas são aparentados com os somalis da Somália. Os afares são de origem árabe. Quase toda a população é muçulmana. As línguas oficiais são o francês e o árabe, mas muita gente fala somali ou afar. A maioria da população vive na cidade de Djibuti ou próximo a ela.

Economia

A economia de Djibuti depende dos serviços de transporte. Seu porto é um posto de abastecimento para navios que navegam pelo mar Vermelho. Uma ferrovia liga Djibuti à Etiópia. Nas áreas rurais, as pessoas criam cabras e ovelhas.

História

Por volta do século IX, comerciantes árabes introduziram o islamismo na região onde hoje fica Djibuti. Os muçulmanos governaram a região até o século XIX, quando a França assumiu o controle do país, que passou a se chamar Somália Francesa. Em 1967, o nome da colônia mudou para Território Francês dos Afares e dos Issas. Só em 1977 o território alcançou a independência, com o nome de Djibuti.

Na década de 1990, rebeldes afares lutaram contra o governo dominado pelos issas. No início do século XXI, lutas armadas e seca nos países vizinhos forçaram milhares de pessoas a se refugiar em Djibuti.

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