Esparta foi uma cidade-estado da Grécia antiga. Ela era a principal cidade de uma região chamada Lacônia. Os espartanos veneravam a rigidez militar e gostavam de governar com dureza.

Sociedade

Esparta era uma cidade muito diferente de Atenas, outra importante cidade-estado da Grécia antiga. Os espartanos não se interessavam por arte ou por filosofia. Ao contrário, eles valorizavam a coragem, a força e a obediência.

Aos 7 anos de idade, os meninos de Esparta tinham que se separar de seus pais. Eles cresciam juntos em grupos militares e fortaleciam o corpo fazendo exercícios e praticando esportes. Os mais fortes e mais corajosos se tornavam capitães. As meninas também aprendiam valores espartanos, mas sua educação era menos rígida.

Aos 20 anos, todos os homens de Esparta se tornavam soldados. Eles se aposentavam do exército aos 60 anos de idade e podiam fazer parte do conselho de anciões.

Esparta tinha dois reis, que governavam conjuntamente. O conselho de anciões ajudava os reis. Apenas os cidadãos de Esparta podiam trabalhar no governo. Pessoas que moravam fora da cidade trabalhavam em Esparta como comerciantes e artesãos. Um terceiro grupo, os hilotas, cultivava as terras dos espartanos. Os hilotas eram praticamente escravos. Eles constituíam a maioria da população da Lacônia.

História

Esparta foi fundada provavelmente no século IX a.C. Os exércitos espartanos ajudaram a combater os invasores da Grécia nas Guerras Greco-Pérsicas (492–449 a.C.), mas foi Atenas que obteve as maiores vitórias nas batalhas. Na Guerra do Peloponeso (431–404 a.C.), porém, Esparta derrotou Atenas e se tornou a cidade mais poderosa da Grécia.

O poder de Esparta não durou muito. Outras batalhas enfraqueceram muitas das cidades-estado gregas. Por volta de 339 a.C., o rei Filipe II da Macedônia conquistou a maior parte da Grécia, inclusive Esparta. No século II a.C., o exército romano dominou a cidade. Um grupo germânico, os visigodos, destruiu a antiga Esparta em 396 d.C.

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