Everglades é uma grande marisma (zona úmida semelhante ao pântano) que cobre boa parte do sul do estado da Flórida, nos Estados Unidos. Limita-se com o golfo do México a oeste e com a baía da Flórida ao sul. A leste, estende-se um cinturão estreito de areia. O Parque Nacional de Everglades fica na parte sudoeste da marisma. A área é muito frequentada por pescadores e turistas, que percorrem as trilhas a pé, em barcos ou em botes especiais para navegar nas áreas pantanosas.

Um tipo de vegetação chamada cládio, que cresce de 3 a 5 metros, cobre grande parte da terra alagada. Ilhas conhecidas como hammocks dispõem-se lado a lado, entremeadas pela água. Nelas crescem palmeiras, pinheiros, ciprestes e carvalhos.

Muitos animais vivem em Everglades, entre eles garças, crocodilos-americanos (aligátores), cobras e tartarugas. As hammocks abrigam veados, gatos-selvagens, pumas, ursos e muitos répteis.

No passado, partes de Everglades foram drenadas para se criar terra cultivável, e barragens foram construídas para evitar inundações. Essas intervenções feitas pelo homem destruíram grandes extensões de Everglades. Hoje há leis que protegem a zona úmida de danos desse tipo.

Os indígenas norte-americanos chamavam Everglades de Pa-Hay-Okee, que significa “água gramada”. Eles atravessavam o pântano em canoas para caçar e pescar. Os índios calusas, que habitavam Everglades, foram extintos no começo do século XIX, e os seminoles mudaram-se para a região no fim do século XVIII.

Os índios seminoles travaram várias batalhas para evitar que o homem branco tomasse suas terras, mas, em 1858, acabaram se rendendo aos Estados Unidos. Muitos deles migraram para oeste, rumo ao Território Indígena, uma reserva que ficava onde hoje é o estado de Oklahoma. Uma pequena comunidade de seminoles ainda vive em Everglades. Em 1979, o Parque Nacional de Everglades foi eleito Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

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