Filadélfia, no estado da Pensilvânia, é uma das maiores cidades dos Estados Unidos. Teve papel importante nos primeiros tempos do país e foi sua capital de 1790 a 1800. Situa-se no ponto de confluência dos rios Delaware e Schuylkill.

Locais de interesse

Dois importantes documentos da história americana — a Declaração de Independência e a Constituição dos Estados Unidos — foram elaborados no Salão da Independência de Filadélfia. Na cidade está o Sino da Liberdade, famoso símbolo da independência dos Estados Unidos, e há também museus sobre o inventor, editor e líder político chamado Benjamin Franklin, que ali viveu durante quase toda a sua vida.

Economia

A economia de Filadélfia baseia-se sobretudo nos serviços, entre eles a assistência médica, a educação, o comércio e as comunicações. A cidade é um centro financeiro, de pesquisa científica e de negócios. De suas fábricas saem medicamentos, alimentos processados, maquinário, artigos eletrônicos e produtos de metal.

História

A área de Filadélfia abrigava originalmente os índios delawares. Em 1681, tornou-se parte da colônia da Pensilvânia. O inglês William Penn, líder da religião quacre, fundou a colônia em 1682 para constituir um lugar de liberdade religiosa para os membros dessa fé. Em grego, seu nome significa “cidade do amor fraterno”. Filadélfia logo se tornou um importante centro comercial e industrial.

A cidade teve papel especial na Revolução Americana, que levou à criação dos Estados Unidos. A Declaração de Independência foi assinada lá no dia 4 de julho de 1776. Onze anos depois, a Constituição dos Estados Unidos foi redigida na cidade.

Durante muitos anos, Filadélfia foi o centro político, cultural e financeiro dos Estados Unidos. No século XIX, porém, foi ultrapassada por Washington e Nova York. Hoje, Filadélfia continua sendo um centro de negócios, de educação superior e de artes. Tem uma população de 1.526.006 habitantes e em sua região metropolitana vivem 5.965.343 pessoas (censo de 2010).

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.