Floriano Vieira Peixoto foi um importante político e militar brasileiro. Foi o segundo presidente do Brasil.

Nasceu numa família pobre, na vila de Ipioca, em Maceió, no estado de Alagoas, no dia 30 de abril de 1839. Quando tinha 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fez carreira militar, participando da Guerra do Paraguai. Depois ingressou na política e foi presidente da província (que hoje chamamos de estado) de Mato Grosso.

Após a proclamação da República, foi vice-presidente de Deodoro da Fonseca, que também era alagoano, como ele. Com a renúncia de Deodoro (que pediu para sair do cargo), Floriano assumiu a presidência do Brasil, em 1891. Em 1894, ele também pediu para sair do poder, dando lugar a Prudente de Morais.

Enquanto esteve na presidência do Brasil, a oposição o chamava de “marechal de ferro”, acusando-o de ser autoritário e de usar a força para governar.

Nos primeiros anos da República, houve várias rebeliões e manifestações contrárias ao seu governo. É que, quando Deodoro renunciou, muitos queriam que uma nova eleição fosse feita. Mas Floriano reprimiu todos os protestos e exigiu que a regra fosse cumprida: o vice substitui o presidente. E, assim, continuou no cargo.

Floriano Peixoto enfrentou duas revoltas muito importantes, ambas em 1893: a Revolta Federalista do Rio Grande do Sul e a Revolta da Armada. As duas foram reprimidas pelo seu governo.

Mas nem todos eram contra ele. Muitos o apoiavam, pois criou medidas positivas, como o controle do preço dos aluguéis, e conseguiu a diminuição do custo de vida.

Floriano Peixoto morreu em 29 de junho de 1895. No Piauí, a cidade de Floriano foi chamada assim para homenageá-lo. A capital do estado de Santa Catarina, Florianópolis, também recebeu esse nome, ainda em 1894, em referência ao segundo presidente que o Brasil teve.

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