O Grande Zimbábue foi o centro de um império comercial africano entre os séculos XII e XVI. Ruínas da cidade podem ser vistas no atual país chamado Zimbábue, no sul da África.

O povo do Grande Zimbábue pertencia a um grupo chamado shona. Os shonas são povos de língua banta que ainda vivem na metade oriental de Zimbábue. Eles praticavam a agricultura e a pecuária, bem como produziam cerâmica, esculturas e ferramentas de ossos. Contudo, se tornaram mais conhecidos como comerciantes de ouro. Atuando ao longo da costa do oceano Índico, eles traziam os bens que negociavam de países longínquos como a China.

As pessoas deixaram de viver no Grande Zimbábue antes do século XVI. As construções de pedra e de tijolos que restaram hoje são estudadas pelos arqueólogos.

A parte mais antiga da cidade ficava numa colina. Os arqueólogos a chamam de Complexo da Colina e acreditam que se tratava de um centro religioso. Seus muros chegam a ter 6 metros de espessura e 11 metros de altura. O Grande Muro era a maior estrutura do sul do Saara na África antiga. Os arqueólogos não sabem para que ele era usado.

No vale próximo ficam as ruínas de muitas construções de tijolos que provavelmente serviam como moradia para as pessoas comuns.

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