A Guiné é um país do oeste da África. A maior parte de sua população é pobre e vive no campo. Suas ricas reservas minerais, no entanto, poderiam transformar o país em um dos mais prósperos da região. Sua capital é Conacri. A Guiné tem 10.711.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 245.857 km2.

Geografia

A Guiné faz fronteira com a Guiné-Bissau, o Senegal, o Mali, a Costa do Marfim, a Libéria e Serra Leoa. A oeste, o país termina no oceano Atlântico. O planalto de Fouta Djalon cobre a parte central da Guiné. Os três principais rios da África ocidental — o Níger, o Gâmbia e o Senegal — nascem nessa região. A Guiné possui clima quente e úmido, com invernos secos e verões chuvosos.

Flora e fauna

Árvores de teca, mogno e ébano crescem nas florestas tropicais do sudeste do país. As gramíneas no norte da Guiné atingem entre 1,5 e 3 metros de altura. Babuínos, hienas e cobras venenosas são comuns.

População

Os principais grupos étnicos da Guiné são os fulanis, os malinqués e os susus. Cada um tem o seu próprio idioma, apesar de a língua oficial do país ser o francês. A maioria da população é muçulmana, e quase dois terços dos habitantes vivem em áreas rurais.

Economia

A economia da Guiné depende da agricultura e da mineração. No país há plantações de mandioca, arroz, palmeira-de-óleo-africana (ou dendezeiro), banana, cana-de-açúcar, amendoim e café. A Guiné é um dos maiores produtores mundiais de bauxita, que é usada para fabricar alumínio, e também tem reservas de minério de ferro, ouro e diamantes.

História

Os fulanis dominaram a região de Fouta Djalon no século XVI. Naquela época, os portugueses já haviam chegado à costa. Os europeus praticaram o comércio de escravos na região até o século XIX. Em 1890, os franceses transformaram a Guiné em uma de suas colônias.

A Guiné conquistou a independência em 1958. O primeiro presidente governou como um ditador brutal. Em 1984, o exército assumiu o controle do governo. A Guiné realizou suas primeiras eleições democráticas em 1993. Líderes militares foram eleitos e permaneceram no poder até o início do século XXI.

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