Hatshepsut foi uma das poucas mulheres que governaram o Egito antigo. Cerca de 3.500 anos atrás, ela adquiriu poder extraordinário como rainha.

Os pais de Hatshepsut eram o rei Tutmés I e a rainha Amés. Hatshepsut casou-se com seu meio-irmão Tutmés II, uma prática habitual naquela época. Após a morte do pai, por volta de 1482 a.C., Hatshepsut e seu marido assumiram o poder. Mas ele morreu logo, em 1479 a.C. Tutmés III, enteado de Hatshepsut, tornou-se rei. Porém, como era jovem demais para administrar o reinado, Hatshepsut governou no lugar dele.

Hatshepsut tornou-se cada vez mais influente e logo foi coroada como faraó (o governante supremo do antigo Egito). A fim de fortalecer sua imagem como governante, ela vestia a roupa tradicional dos faraós e chegou até mesmo a usar uma barba falsa.

A rainha teve um templo construído em sua honra perto da cidade de Tebas. Pinturas nas paredes do templo registram acontecimentos importantes do seu reinado. Hatshepsut esforçou-se para expandir o comércio do Egito e mandou navios para a costa meridional do mar Vermelho. Os navios voltavam com bens preciosos, como ouro, ébano, peles de animais e especiarias.

Com o envelhecimento e o enfraquecimento da rainha e dos seus partidários, Tutmés III e seus seguidores se fortaleceram. Quando Hatshepsut morreu, por volta de 1458 a.C., Tutmés III assumiu o poder.

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