Helen Keller era cega, surda e muda. Mas, apesar dessas deficiências, tornou-se uma grande escritora e conferencista.

Helen Adams Keller nasceu em 27 de junho de 1880, em Tuscumbia, no estado do Alabama, nos Estados Unidos. Quando tinha 1 ano e sete meses, ficou gravemente enferma e acabou perdendo a visão e a audição.

Aos 6 anos de idade, teve uma professora chamada Anne Sullivan, que usou o sentido do tato de Helen para ensiná-la. Ela entregava uma boneca a Helen e depois traçava as letras da palavra “boneca” na palma da mão da menina. Assim, ela entendia a ligação entre as letras e o objeto que estava segurando, e aprendeu que as coisas tinham nomes.

Com a ajuda de Anne Sullivan, Helen progrediu rapidamente e logo conseguiu ler sentenças apalpando palavras em relevo em um cartão. Alguns anos depois ela aprendeu braile, um sistema especial de escrita para cegos que usa pontos em relevo em vez de palavras impressas. As pessoas leem braile com a ponta dos dedos.

Aprender a falar foi um desafio maior, que Helen encarou tocando os lábios e a garganta de quem estivesse falando. Ela conseguia sentir como os lábios se movimentavam e a garganta vibrava. Ao mesmo tempo, alguém soletrava as palavras sendo ditas.

De inteligência brilhante, Helen se formou no Radcliffe College em 1904 e passou a redigir artigos que falavam sobre a cegueira, para revistas. Escreveu também vários livros sobre sua vida, entre eles A história da minha vida (1903) e O diário de Helen Keller (1938).

Em 1913 começou a fazer conferências, principalmente para a Fundação Americana para Cegos. Como a maioria das pessoas não conseguia entender o que ela falava, Helen levava outra pessoa para repetir suas palavras à plateia. Helen Keller morreu em Westport, no estado de Connecticut, em 1° de junho de 1968.

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