As fronteiras da Áustria e da maior parte dos países europeus se formaram ao longo de centenas de anos. Sempre que podiam, governantes e dinastias procuravam expandir seus domínios. A família Habsburgo, uma das mais poderosas da Europa, governava uma grande área que tinha o nome de Áustria. Com o tempo, a região da Hungria, que ficava no território dos Habsburgos, começou a reivindicar mais autonomia. Em 1867, os Habsburgos foram forçados a dividir seu império em duas partes. Surgiu assim um novo império, o Austro-Húngaro. As duas nações formaram uma monarquia dual (um só rei para dois países), que se manteve até 1918.

O novo sistema satisfez os austríacos (que falavam alemão) e os magiares (falantes da língua húngara). Mas existiam outros grupos étnicos no império, sobretudo eslavos, que também queriam ter seus próprios países. Em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro, foi assassinado em Sarajevo, capital da Bósnia, região que fazia parte do império. O assassino era um bósnio de origem sérvia. A Áustria declarou guerra à Sérvia. Outros países entraram no conflito, dando início à Primeira Guerra Mundial (1914–18).

A Áustria foi derrotada. Após a guerra, os vários povos que integravam o Império Austro-Húngaro proclamaram independência. A Áustria e a Hungria se tornaram países separados. O último imperador Habsburgo, Carlos I, morreu no exílio.

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