O Império do Mali foi um estado grande e rico que existiu na África ocidental do século XIII ao XVI. Expandiu-se a partir de um pequeno reino chamado Cangaba, às margens do rio Níger, para uma vasta área que incluía algumas das mais importantes regiões comerciais da época. O comércio e a mineração de ouro foram responsáveis pela riqueza do Mali.

O Mali era um reino do povo malinqué. Seu fundador chamava-se Sundiata Keita. Ele assumiu o poder em Cangaba por volta de 1230 e começou a conquistar as terras ao redor, que eram ricas em minerais valiosos como ouro e sal. O império cresceu rapidamente.

O mais famoso imperador do Mali foi Musa, que ascendeu ao trono por volta de 1307. Musa era muçulmano, embora muitos de seu povo cultuassem seus deuses tradicionais. Sua grande peregrinação (viagem religiosa) em 1324 à cidade sagrada de Meca tornou o Mali famoso na faixa que vai do centro-norte da África à Arábia. Dizem que ele levou consigo 60 mil seguidores e escravos ricamente vestidos. Também se diz que cada um dos oitenta camelos de sua caravana carregava 135 quilos de ouro.

Musa acrescentou as cidades comerciais de Tombuctu e Gao ao seu império. Em seguida, ordenou a construção de muitos edifícios nessas cidades e em outros lugares. Alguns desses edifícios eram lugares de culto muçulmano, como a Grande Mesquita de Tombuctu. Ele também apoiou artistas e eruditos, tendo criado uma universidade em Tombuctu durante seu reinado.

O império começou a declinar no século XV. Algumas das cidades se rebelaram contra os governantes e outras foram atacadas pelos povos vizinhos. Em 1550, o Império do Mali havia perdido grande parte de seu poderio. Seu nome permanece hoje no moderno país chamado Mali, que resultou de três impérios: o do Mali, o de Gana e o Songai.

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