Jack London foi um escritor americano, autor de romances e contos. Teve uma vida muito aventureira, o que transparece em toda a sua obra literária e atrai leitores do mundo inteiro. É um dos autores dos Estados Unidos mais traduzidos para outros idiomas.

Como viveu

O verdadeiro nome de Jack London era John Griffith Chaney. Ele nasceu em San Francisco, na Califórnia, no dia 12 de janeiro de 1876. Abandonado pelo pai, um astrólogo andarilho, London foi criado em Oakland, na Califórnia, por sua mãe, uma mulher espiritualista, e seu padrasto, de quem adotou o sobrenome. Aos 14 anos, abandonou a escola para fugir da pobreza e viver aventuras.

Começou aí sua vida de viagens e experiências inusitadas. Explorou toda a baía de San Francisco em um veleiro, ora catando ostras, ora trabalhando para a patrulha pesqueira do governo. Foi para o Japão como marinheiro, depois conheceu grande parte dos Estados Unidos viajando de carona nos trens e como integrante do exército industrial de Kelly (um dos grupos de protesto formados por desempregados americanos em 1893). Nessas andanças, chegou a ser preso por vadiagem. Em 1894, tornou-se militante socialista. Tinha 18 anos.

London foi autodidata. Ele se educou lendo e estudando em bibliotecas públicas. Aí conheceu os escritos de Charles Darwin, Karl Marx e Friedrich Nietzsche.

Aos 19 anos, London concluiu os quatro anos do ensino médio da época em um único ano e, na sequência, entrou na Universidade da Califórnia em Berkeley. Um ano mais tarde, no entanto, abandonou a faculdade para tentar fortuna no Klondike, no Canadá, na corrida do ouro de 1897.

Obras

Em 1898, ainda pobre e sem conseguir arrumar emprego, Jack London voltou para os Estados Unidos e decidiu ganhar a vida como escritor. Seu primeiro livro, O filho do lobo (1900), foi um sucesso, assim como O lobo do mar (1904).

Foi o começo de uma grande produção. Em dezessete anos, escreveu cinquenta livros de ficção e não ficção. Suas histórias no Alasca, como Chamado selvagem (1903) e Caninos brancos (1906), dramatizam o apelo da vida selvagem, que o atraía. Ele viajou em um veleiro pelo sul do Pacífico e depois contou suas aventuras em O cruzeiro do Snark (1911).

Em 1910, estabeleceu-se em uma fazenda, próxima a Glen Ellen, na Califórnia, onde construiu sua imponente Casa do Lobo. Foi onde morreu, no dia 22 de novembro de 1916, com 40 anos de idade.

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