Em 1945 e 1946, ex-líderes da Alemanha nazista foram levados a julgamento por crimes cometidos durante a Segunda Guerra Mundial. Os julgamentos foram promovidos pelos países que derrotaram os nazistas alemães na guerra e aconteceram em Nuremberg, na Alemanha.

Para isso foi criado o Tribunal Militar Internacional. Participaram dos processos juízes dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França e da União Soviética. Os réus (as pessoas levadas a julgamento) tinham sido líderes do governo alemão e do Partido Nazista durante a guerra. Adolf Hitler, o chefe máximo da Alemanha nazista, não pôde ser levado a julgamento porque já tinha morrido.

Os réus foram acusados de crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Os crimes contra a paz incluíram o planejamento e o início da guerra. Os crimes de guerra foram violações das leis de guerra e incluíram a escravização e a morte de prisioneiros capturados. O pior dos crimes contra a humanidade foi a matança de milhões de judeus e outras pessoas no que ficou conhecido como Holocausto.

Alguns dos réus alegaram que apenas o governo alemão poderia ser considerado culpado, e não pessoas individuais. Outros réus alegaram que não foram responsáveis porque tinham apenas cumprido ordens. Os juízes rejeitaram as duas desculpas.

Dezenove dos 22 réus foram condenados. Dez deles foram executados, e os outros foram sentenciados a longas penas de prisão.

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