Mário de Miranda Quintana foi um escritor brasileiro que nasceu em Alegrete (no estado do Rio Grande do Sul) em 1906 e morreu em Porto Alegre em 1994. É considerado um dos maiores poetas brasileiros do século XX. Escreveu muitos livros de poesia, crônicas e histórias infantis.

Como viveu o poeta

Aos 13 anos, Mário Quintana foi estudar na Escola Militar de Porto Alegre, em regime de internato. Ao sair, trabalhou na farmácia do pai durante alguns anos.

Em 1926, venceu um concurso de contos do jornal Diário de Notícias, de Porto Alegre, e teve um poema publicado na revista Paratodos, do Rio de Janeiro. Em 1929 mudou-se para a capital gaúcha, onde iniciou uma longa carreira de jornalista e tradutor.

Quando eclodiu a Revolução de 1930, partiu para o Rio de Janeiro e alistou-se como soldado voluntário. Seis meses depois, voltou a Porto Alegre.

Solteiro e boêmio, morou por mais de sessenta anos em hotéis. O Hotel Majestic, em Porto Alegre, no qual passou a maior parte da vida, abriga hoje o Centro Cultural Mário Quintana.

Obra

Em sua longa carreira literária, Mário Quintana publicou cerca de quarenta obras. Entre elas destacam-se os livros de poesias Sapato florido, Antologia poética e Baú de espantos. Escreveu também os livros infantis Pé de Pilão e Lili inventa o mundo. Algumas de suas crônicas estão reunidas em Na volta da esquina.

Traduziu para o português obras de grandes escritores da literatura mundial como Virgínia Woolf, Voltaire, Somerset Maugham, Proust e Balzac.

Manteve por quase quinze anos uma coluna diária no “Caderno H” do jornal Correio do Povo, de Porto Alegre. Tem poemas publicados em vários países.

Seus versos impregnados de ternura, melancolia, misticismo e nostalgia da infância são ao mesmo tempo simples e profundos, surpreendendo e cativando o leitor.

Essas qualidades fazem de Mário Quintana um dos poetas mais populares e queridos da moderna literatura brasileira.

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