Quatro membros da família Curie tiveram um papel importante na história da física nuclear, a ciência que trata do núcleo, isto é, o centro, dos átomos. Os quatro integrantes da família receberam prêmios Nobel por seu trabalho.

Marie e Pierre

Marie Curie nasceu em Varsóvia, na Polônia, no dia 7 de novembro de 1867. Sua família dava muita importância aos estudos, mas as mulheres não eram admitidas na Universidade de Varsóvia. Assim, Maria economizou dinheiro para ir estudar em Paris, na França. Em 1891, ela ingressou na Sorbonne, a universidade de Paris. Foi na França que ela passou a usar seu nome afrancesado, Marie.

Marie licenciou-se em física e em matemática em apenas três anos e, a seguir, começou a fazer pesquisas no laboratório do químico Pierre Curie (nascido em Paris, no dia 15 de maio de 1859). Pierre e Marie tiveram duas filhas, Irène e Ève. Irène, nascida em Paris, no dia 12 de setembro de 1897, tornou-se cientista, como os pais.

O trabalho

Marie começou a estudar os raios (feixes de energia) emitidos pelos componentes de urânio. Ela chamou a atividade incomum desses raios de radiatividade. Pierre logo se uniu a Marie em suas pesquisas e, em 1898, o casal anunciou a descoberta do rádio e do polônio, dois outros elementos radioativos. Por seu trabalho, em 1903 eles ganharam o Prêmio Nobel da Física, o prêmio mais importante que um cientista pode conquistar. Pierre morreu no dia 19 de abril de 1906, atropelado por uma carruagem. Marie continuou suas pesquisas e, em 1911, graças a diversas outras descobertas, recebeu o Prêmio Nobel da Química.

Irène e Frédéric Joliot

Irène Curie começou a trabalhar com sua mãe, tendo obtido o doutorado em física, em 1925. Casou-se, em 1926, com Frédéric Joliot (nascido em Paris no dia 19 de março de 1900), cientista que trabalhava no laboratório de Marie.

Após tantos anos exposta à radiatividade, Marie ficou muito doente e não chegou a ver a filha ser premiada: morreu em 4 de julho de 1934. Irène morreu em 17 de março de 1956 e Frédéric, em 14 de agosto de 1958.

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