O maior país da América Central é a Nicarágua, cuja capital é Manágua. O país tem 6.169.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 130.373 km2.

Geografia

A Nicarágua faz fronteira com Honduras e Costa Rica. O mar do Caribe fica a leste, e o oceano Pacífico, a oeste. A parte oriental do país é uma região pantanosa conhecida como costa do Mosquito, ou Mosquítia. A região central da Nicarágua é dominada por montanhas, enquanto no oeste do país ficam vulcões e os lagos Nicarágua e Manágua.

O clima geralmente é quente, e terremotos e furacões são ocorrências frequentes.

Flora e fauna

A Nicarágua tem florestas tropicais com cedros, mognos e outras árvores. Os animais silvestres que ali vivem são suçuaranas, onças-pintadas, macacos, tamanduás, cobras e aves tropicais.

População

A maioria das pessoas na Nicarágua descende de europeus (principalmente espanhóis) e indígenas. Brancos e negros compõem mais ou menos um quarto da população. A maior parte dos habitantes é católica, e a língua mais falada é o espanhol. Mais da metade da população vive nas cidades.

Economia

A Nicarágua é um país pobre. Muitas pessoas trabalham na agricultura, na indústria madeireira e na pesca. A Nicarágua vende café e açúcar a outros países, além de cultivar bananas, algodão, arroz, milho e feijão. Suas fábricas produzem máquinas, produtos químicos, roupas e derivados de petróleo. De suas minas são extraídos ouro, cobre e prata.

História

A região que hoje forma a Nicarágua é habitada por índios há milhares de anos. Os espanhóis fundaram colônias na região no início do século XVI. Muitos dos indígenas morreram de doenças trazidas pelos europeus; outros foram escravizados pelos espanhóis.

Em 1821, a Nicarágua se tornou independente da Espanha. Inicialmente, ela fez parte do então novo Império Mexicano e, mais tarde, integrou uma união de estados centro-americanos. Ela se tornou república independente em 1838.

Muitos dos presidentes da Nicarágua foram ditadores, ou seja, governantes com poder ilimitado. Em 1979, o grupo Frente Sandinista de Libertação Nacional assumiu o governo. Um grupo chamado contras combateu os sandinistas, que perderam o poder em uma eleição livre realizada em 1990. Em 2006, porém, o líder sandinista Daniel Ortega foi eleito presidente.

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