Nikita Khrutchev foi o líder da União Soviética nas décadas de 1950 e 1960, durante a Guerra Fria. Esse foi um período de grande tensão entre a União Soviética e os Estados Unidos.

Infância e juventude

Nikita Sergueievitch Khrutchev nasceu em 17 de abril de 1894, no vilarejo de Kalinovka, no sul da Rússia. Seu pai era mineiro de carvão.

Khrutchev entrou para o Partido Comunista em 1918, logo após o partido assumir o poder na Rússia. (O comunismo é um sistema político no qual o governo é proprietário da maioria dos bens. Os cidadãos teoricamente compartilham essa riqueza comum.) Em 1922, os comunistas já tinham criado um país novo, a União Soviética.

Ascensão ao poder

Em 1929, Khrutchev se mudou para Moscou, a capital soviética, onde entrou para o governo. Khrutchev dava apoio forte a Ossip Stálin, que foi um governante brutal da União Soviética. Quando Stálin morreu, em 1953, teve início uma disputa pelo poder, da qual Khrutchev saiu vencedor. Ele se tornou o líder da União Soviética em 1958.

Khrutchev criticou duramente o governo autoritário de Stálin. Suas palavras chocaram muitos comunistas. Além disso, ele libertou vários milhões de prisioneiros de campos de trabalhos forçados, para os quais Stálin tinha enviado pessoas que discordavam dele.

Queda do poder

Khrutchev disse que queria que a União Soviética convivesse pacificamente com outros países. Em 1962, entretanto, ele colocou mísseis em Cuba, país situado muito perto dos Estados Unidos. Essa ação quase desencadeou uma guerra. A situação ficou conhecida como “crise dos mísseis cubanos”. Os Estados Unidos obrigaram Khrutchev a retirar os mísseis. Um ano mais tarde, ele concordou com um tratado que proibiu alguns testes nucleares. Muitos comunistas acharam que Khrutchev tinha ficado fraco.

Em 1964, Khrutchev se afastou do poder, sob pressão de outros comunistas. Ele morreu em Moscou, em 11 de setembro de 1971.

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