A Nova Zelândia é um país formado por um conjunto de ilhas na parte sul do oceano Pacífico, na Oceania. Os maoris já estavam ali havia séculos quando os europeus chegaram, no século XVII. A capital da Nova Zelândia é Wellington. O país tem 4.474.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 270.692 km2.

Geografia

A Nova Zelândia fica aproximadamente 1.600 quilômetros a sudeste da Austrália. Entre os países da Oceania, é o que fica mais ao sul. As duas principais ilhas da Nova Zelândia são a ilha do Norte e a ilha do Sul.

O relevo das ilhas, na maior parte, é composto de montanhas. Na ilha do Sul estão os chamados Alpes Neozelandeses, onde se encontram o pico mais alto do país (o monte Cook) e muitas geleiras. O rio mais comprido do país (o Waikato) fica na ilha do Norte. As ilhas têm muitos portos e fiordes, que são braços estreitos de água ladeados de altas escarpas.

O clima da Nova Zelândia é ameno e chuvoso. A neve cai apenas nas montanhas.

Flora e fauna

Os colonizadores europeus destruíram muitas das florestas perenes nativas. No século XX, os neozelandeses começaram a plantar pinheiros, formando novas florestas.

Entre os animais que compõem a fauna nativa estão alguns répteis, sapos e morcegos. Os primeiros ocupantes da terra, os maoris, levaram cães e ratos para as ilhas. Os europeus, mais tarde, levaram cervos-vermelhos, coelhos e gambás.

No país há diversas espécies de aves não voadoras, como os tacaes, os pinguins e os quivis. O quivi é o símbolo nacional da Nova Zelândia.

População

A maioria da população é descendente de europeus. Cerca de 10 por cento dos neozelandeses têm ancestrais maori. Entre outros grupos étnicos, destacam-se os asiáticos e pessoas de outras ilhas do Pacífico. O inglês e o maori são as línguas oficiais. Mais da metade da população é cristã. A maior parte dos neozelandeses vive em cidades, principalmente na ilha do Norte.

Economia

Apesar de a agricultura ser uma das atividades mais importantes na economia da Nova Zelândia, apenas uma pequena parte dos habitantes se dedica a ela. No país são cultivados maçã, cevada, trigo e milho. Além do gado bovino, são criadas ovelhas. A pesca e a exploração da madeira também têm importância na economia. A Nova Zelândia vende , laticínios, carne, peixe, madeira e papel para outros países.

Além de produtos alimentícios e de madeira, a indústria neozelandesa também fabrica roupas e maquinário. O país tem minérios de ferro e de ouro, além de carvão, calcário e reservas de gás natural. A maior parte da população trabalha na prestação de serviços, sobretudo nos setores bancário, de seguros e de turismo.

História

Os maoris chegaram à Nova Zelândia vindos de ilhas da Polinésia, uma região do sudeste do Pacífico, provavelmente por volta do ano 800.

Contato com europeus

Em 1642, um navegador holandês avistou a Nova Zelândia, mas não desembarcou ali. Foi o explorador britânico James Cook quem aportou nas ilhas em 1769. Caçadores de baleias e de focas não demoraram a chegar.

Em 1840, os britânicos impuseram sua soberania sobre os maoris, prometendo proteger os direitos que eles tinham sobre as terras. No entanto, os colonizadores logo exigiram que os maoris as cedessem ou vendessem a eles. Os britânicos e os maoris lutaram uns contra os outros até a década de 1870. Como resultado, os maoris perderam a maior parte de suas melhores terras.

Vínculos com os britânicos

Em 1907, a Nova Zelândia tornou-se um estado independente dentro do Império Britânico e, em 1947, conquistou a independência total. O país é membro da Comunidade Britânica, um grupo de países formado quase todo por ex-colônias do Reino Unido.

A Nova Zelândia atual

Entre o final do século XX e o início do XXI, houve crescimento nas relações comerciais do país com a Austrália, com outros países do Pacífico e com os Estados Unidos. Além disso, o governo começou a devolver algumas terras aos maoris.

Em 2010, a segunda maior cidade do país, Christchurch, foi atingida por um forte terremoto. Muitas construções foram danificadas, mas ninguém morreu. Várias réplicas (ou seja, terremotos menores que ocorrem após o sismo principal) continuaram a atingir a cidade durante alguns meses. A maior de todas, em fevereiro de 2011, foi mais grave que o terremoto original, matando mais de 150 pessoas e destruindo diversos edifícios.

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