A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) foi criada pelos países que produzem mais petróleo do que necessitam. Internacionalmente, a organização é conhecida como OPEC, sigla do nome em inglês: Organization of the Petroleum Exporting Countries. Sua sede fica em Viena, na Áustria.

A OPEP estabelece qual a quantidade de petróleo que cada um de seus membros pode exportar — ou seja, vender para outros países. Também diz quanto deve ser cobrado pelo produto. O principal objetivo da OPEP é equilibrar o mercado e, com isso, ajudar seus membros a ganhar mais dinheiro.

O petróleo é usado para fazer gasolina, diesel e outros combustíveis. Muitos países não produzem petróleo, e outros produzem menos do que precisam.

A criação da OPEP

Na década de 1950, grandes companhias dos Estados Unidos e da Europa controlavam a produção de petróleo mundial, embora não fossem seus maiores produtores nem exportadores. Eles mantinham o preço do petróleo baixo. Em 1960, os países ricos em reservas do produto — Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela — criaram a OPEP. Eles queriam garantir maior controle sobre os preços do petróleo. Ao longo das décadas, outros países se juntaram à OPEP. No início de 2017, a lista de membros incluía, além dos cinco fundadores, o Equador, o Gabão, o Qatar, a Líbia, os Emirados Árabes Unidos, a Argélia, a Nigéria e Angola.

O poder da OPEP

No início, a OPEP tinha pouca influência. Isso mudou em 1973. Os membros árabes da OPEP ficaram irritados porque os Estados Unidos e alguns países europeus apoiaram Israel nas guerras árabe-israelenses. Como retaliação, a OPEP começou a aumentar o preço do petróleo. Por algum tempo, a OPEP também parou de vender petróleo para os Estados Unidos.

Como os preços do petróleo subiram, os países da OPEP tornaram-se ricos. Outras nações, que dependiam do petróleo da OPEP, tiveram problemas econômicos causados pela alta dos preços. Aos poucos, essas nações começaram a procurar outras fontes de petróleo e outras formas de energia, para poder diminuir sua dependência em relação ao petróleo. Como resultado, o poder da OPEP diminuiu. Contudo, os países da OPEP ainda controlam cerca de dois terços das fontes petrolíferas do mundo.

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