No judaísmo, a Páscoa, ou Pessach, comemora a libertação dos israelitas da escravidão no antigo Egito. Milhares de anos atrás, os judeus antigos, chamados israelitas, se mudaram para o Egito, onde foram escravizados. Acredita-se que Moisés foi até o faraó, ou rei do Egito, para pedir que ele libertasse os israelitas da escravidão. O faraó se recusou a fazê-lo, e Deus então enviou dez pragas (ou castigos) ao Egito.

A palavra pessach, ou “passagem”, se deve à décima praga, na qual foram mortos os filhos primogênitos dos egípcios. Segundo a Bíblia (que é o livro sagrado dos judeus e dos cristãos), o anjo da morte passou sobre as casas que haviam sido marcadas como moradas de israelitas, poupando-os da praga. O filho do faraó egípcio morreu devido a ela. Em sua dor, o faraó ordenou a Moisés e aos judeus que deixassem o Egito.

A festa da Páscoa judaica é uma ocasião de grande alegria. É uma festa com data móvel, comemorada ao longo de mais ou menos uma semana, em março ou abril. Uma refeição familiar especial, chamada sêder, é feita na primeira noite da Páscoa e às vezes também na segunda. Antes da refeição, a história do Pessach é relatada nas canções e nas orações do Hagadá, o livro usado no sêder. O alimento mais importante da festa é o pão matsá, feito apenas com farinha e água. É um pão ázimo (sem fermento, ou não levedado), razão pela qual é achatado. Com isso, os judeus se recordam do pão que os israelitas levaram quando fugiram do Egito rumo à liberdade. Como estavam com pressa de partir, não tiveram tempo de esperar a massa do pão crescer antes de assar.

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