Perseu foi um herói da mitologia da Grécia antiga. Era filho de Zeus, o principal deus. Sua mãe era a princesa Dânae, a linda filha do rei Acrísio de Argos. Acrísio mandou Dânae e o filho dela para longe porque tinha ouvido uma previsão de que um dia Perseu o mataria.

A lenda de Perseu e a Medusa

De acordo com a lenda, um rei se apaixonou por Dânae. Mas ele queria se livrar de Perseu e, para conseguir isso, o fez prometer que iria buscar a cabeça do monstro malvado chamado Medusa. A Medusa era uma Górgona, uma criatura alada cujos fios de cabelo eram serpentes. Quem ousasse olhar para ela se transformava em pedra. O cruel rei acreditou que nunca mais veria Perseu.

Na sua jornada para matar a Medusa, Perseu recebeu ajuda dos deuses. Hermes, o deus mensageiro, guiou-o em sua viagem e lhe deu uma espada mágica. Atena, a deusa da sabedoria, deu-lhe um escudo de bronze. Deusas menos importantes chamadas ninfas lhe deram um capacete que o tornou invisível.

Usando o capacete mágico, Perseu atacou a Medusa. Teve o cuidado de não olhá-la diretamente, mas apenas para o reflexo dela no escudo polido. Com um golpe de espada, ele decapitou a Medusa. Então, pôs a cabeça dela numa sacola, voltou para casa e foi ao palácio do rei. Ali ele tirou a cabeça da Medusa do saco. O rei olhou diretamente para ela e no mesmo instante se transformou em pedra.

Outras histórias sobre Perseu

Depois de matar a Medusa, Perseu salvou a princesa Andrômeda de ser devorada por um monstro marinho. Os pais da princesa permitiram que, como recompensa, ele se casasse com ela.

Mais tarde, o heroico Perseu participou de uma competição atlética. No lançamento de disco, o disco arremessado por ele se desviou e foi cair entre os espectadores, matando acidentalmente o rei Acrísio. Assim, de forma acidental, a previsão de que Perseu mataria o rei Acrísio, seu avô, se realizou.

Posteriormente, Perseu deu a cabeça da Medusa a Atena, que a pôs no escudo mágico de Zeus. Depois de morto, Perseu foi levado para o céu por Zeus e transformado numa constelação.

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