A Polinésia Francesa é um grupo de cerca de 130 ilhas na parte sul do oceano Pacífico, na Oceania. Situada entre a América do Sul e a Austrália, a Polinésia Francesa é uma coletividade ultramarina da França — na prática, governa a si própria, mas para algumas coisas depende do governo francês. Sua capital é Papeete, na ilha de Taiti. Sua população é de 271.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 4.167 km2.

Geografia

A Polinésia Francesa divide-se em cinco grupos insulares: as ilhas da Sociedade, as ilhas Marquesas, o arquipélago das Tuamotu, as ilhas Gambier e as ilhas Austrais, ou Tubuai. A maior parte das ilhas é formada pelos topos escarpados de antigos vulcões. O restante do território é composto por atóis, ou seja, recifes circulares de coral ao redor de uma laguna de água.

O clima da Polinésia Francesa é tropical. Poderosas tempestades, chamadas tufões, às vezes atingem as ilhas. Florestas tropicais, coqueiros, árvores de fruta-pão e outras espécies frutíferas crescem nas ilhas.

População

A maioria do povo da Polinésia Francesa é formada por polinésios, descendentes dos primeiros habitantes das ilhas. A população restante consiste principalmente em franceses e em chineses. A maior parte das pessoas vive em Papeete ou nas cercanias e pratica o cristianismo. Os idiomas falados são o francês e línguas polinésias.

Economia

O turismo é muito importante na economia da Polinésia Francesa. Outras atividades são a pesca e a criação de camarões e de ostras. As pérolas, produzidas pelas ostras, são um valioso produto de exportação. As ilhas também fabricam óleo de coco, bebidas e sandálias.

História

Os polinésios provavelmente se estabeleceram nas ilhas por volta do ano 200 a.C. Os europeus começaram a chegar no século XVIII. Os franceses colonizaram o Taiti e algumas ilhas ao redor em 1880. Em 1946, a França tornou a Polinésia Francesa um território ultramarino, o que deu às ilhas algum poder para se autogovernar. Em 2004, a França concedeu à Polinésia Francesa o estatuto de coletividade ultramarina, o que lhe conferiu ainda mais autonomia.

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