A República Dominicana fica na ilha de São Domingos (ou ilha Hispaniola, como foi chamada por Cristóvão Colombo), no mar do Caribe, na América Central. A população é conhecida por sua dança, chamada merengue, e pela paixão por beisebol. A capital é Santo Domingo. O país tem 9.863.000 habitantes (estimativa de 2014) e sua área é de 48.311 km2.

Geografia

A ilha Hispaniola fica entre as ilhas de Cuba e de Porto Rico. A República Dominicana ocupa dois terços da ilha, na parte leste. O Haiti ocupa o terço oeste. A ilha tem vales férteis, áreas desérticas e quatro cadeias de montanhas. O pico Duarte, com 3.175 metros, é a montanha mais alta das Índias Ocidentais. O país tem clima tropical, com temperaturas quentes o ano inteiro.

Palmeiras-reais crescem por toda a República Dominicana, e há florestas tropicais em áreas mais úmidas. O país tem animais selvagens como o aligátor e grande variedade de aves.

População

A maioria dos dominicanos tem origens europeias e africanas misturadas. O idioma predominante é o espanhol. A maioria da população é católica e vive nas cidades.

Economia

Serviços, como turismo e telecomunicações, são as principais atividades econômicas. Há fábricas de cimento, açúcar, cerveja, vestuário e charutos. Agricultores cultivam principalmente cana-de-açúcar, arroz, banana, cacau e café. O país também tem minas de níquel e de ouro.

História

Cristóvão Colombo chegou à ilha Hispaniola em 1492. Em 1496, os espanhóis fundaram São Domingo, a primeira colônia europeia permanente nas Américas. Em questão de algumas décadas, a maioria dos índios caraíbas e tainos havia morrido. Os espanhóis então começaram a trazer escravos da África.

Os franceses tomaram posse da ilha Hispaniola em 1795. O Haiti tornou-se independente da França em 1804. A Espanha retomou o controle do leste da ilha, mas os dominicanos declararam a independência em 1821. Logo depois o país foi invadido pelos haitianos.

A República Dominicana conquistou a independência em relação ao Haiti em 1844 e vem tendo alternadamente democracias fracas e ditaduras. Presidentes mais recentes têm prometido combater a corrupção governamental.

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