Todo ano, milhões de pessoas adoecem ou morrem porque não têm o que comer. A Revolução Verde foi um movimento iniciado na década de 1940 por cientistas e governos para tentar acabar com a fome no mundo. O objetivo era melhorar a agricultura, para que tudo o que fosse plantado desse melhores resultados, aumentando as colheitas.

Métodos

A Revolução Verde lançou novos métodos de cultivo, colheita e processamento de lavouras. Introduziu também máquinas modernas e outras tecnologias na agricultura. Em consequência, os agricultores conseguiam produzir alimentos melhores e em maior quantidade.

Agricultores do México, da Índia, do Quênia e de vários outros países começaram a cultivar novas variedades de plantas criadas por cientistas, obtendo assim colheitas mais abundantes. Eles também aprenderam a tratar suas lavouras e a protegê-las do ataque de pragas de insetos, ervas daninhas e doenças com o uso de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes artificiais. Sistemas de irrigação e novos maquinários para arar o solo e colher as safras facilitaram o trabalho agrícola.

Resultados mistos

Os agricultores usam até hoje os métodos introduzidos pela Revolução Verde. Graças às suas iniciativas, muitos países pobres passaram a plantar alimentos suficientes para abastecer suas populações. Isso reduziu o risco de fome no mundo devido a uma grave escassez de alimentos.

A Revolução Verde, porém, não foi um sucesso absoluto. Alguns dos novos tipos de sementes deixaram de produzir tantos alimentos como no início. Muitos pesticidas e fertilizantes se revelaram nocivos à saúde das pessoas, além de poluir a terra e a água. Muitos agricultores ficaram presos ao uso das novas sementes, tendo de comprá-las de outros países, em vez de usar as sementes de sua própria terra. Além disso, embora a Revolução Verde tenha resultado na produção de mais alimentos, nem sempre esses alimentos chegaram às pessoas necessitadas.

Uma nova visão

Outra revolução verde, com ênfase em produtos naturais e na preservação ambiental, vem acontecendo desde as últimas décadas do século XX. Ela valoriza a qualidade do que é plantado, bem como a saúde das pessoas e dos ambientes. Esse movimento envolve novos métodos de plantio e o uso de fertilizantes naturais, além de novas técnicas para geração de energia, com menos desperdício de recursos naturais. Os produtos orgânicos também ganharam a preferência de muitas pessoas.

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