O país chamado Tchecoslováquia existiu na Europa central entre os anos de 1918 e 1992. Foi formado após a Primeira Guerra Mundial com territórios antes pertencentes ao Império Austro-Húngaro, derrotado no conflito. A Tchecoslováquia se dividiu em dois países em 1o de janeiro de 1993: a República Tcheca e a Eslováquia. A capital da Tchecoslováquia era Praga.

Geografia e população

A Tchecoslováquia fazia fronteira com Alemanha, Polônia, Áustria e Hungria. Dividia-se em três regiões principais: Boêmia, Morávia e Eslováquia. Boêmios e morávios eram conhecidos como tchecos. Eles detinham quase todo o poder no país, o que contrariava os eslovacos.

A maioria do povo da Tchecoslováquia falava idiomas eslavos. Na região dos Sudetos havia muitos falantes do alemão.

História

Em 1938, o ditador alemão Adolf Hitler anexou os Sudetos à Alemanha. Em seguida, os alemães tomaram o país inteiro.

Em 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, o exército da União Soviética libertou a Tchecoslováquia do domínio nazista. Os comunistas locais, apoiados pelos soviéticos, tomaram o poder. Sob o novo regime, a produção de alimentos diminuiu, indústrias poluíram o meio ambiente e o povo perdeu muitas liberdades.

O governo comunista era impopular. Em 1968, o líder Alexander Dubcek tentou fazer mudanças democráticas. A União Soviética impediu as reformas, mandando tropas para a Tchecoslováquia. A queda de Dubcek trouxe de volta o autoritarismo.

Nos anos 1980, protestos contra o governo começaram a dar resultado. Em 1989, os comunistas foram derrotados nas urnas. O escritor e líder político Václav Havel tornou-se o primeiro presidente não comunista depois de quarenta anos. As últimas tropas soviéticas deixaram a Tchecoslováquia em 1991.

Após o fim do comunismo, as relações entre tchecos e eslovacos pioraram. A maioria dos eslovacos votou pela separação. À meia-noite de 31 de dezembro de 1992 a Tchecoslováquia deixou de existir, dando lugar à República Tcheca e à Eslováquia, duas nações independentes.

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