O Tibete fica na parte ocidental da China. Administrativamente, ele constitui uma das regiões autônomas da República Popular da China, com o nome de Xizang. No Tibete ficam algumas das montanhas mais altas do mundo. De tão alto, é frequentemente chamado de “Teto do Mundo”. Sua capital é Lhasa. O Tibete tem uma população de 3.002.166 habitantes (estimativa de 2010), distribuídos por uma área de 1.221.600 km2.

A maior parte de seu território se localiza numa extensão de terra chamada platô Qinghai-Tibete, uma área elevada e plana que está cerca de 4.600 metros acima do nível do mar. A cadeia de montanhas do Himalaia fica ao sul. O monte Everest, o pico mais alto do mundo, ergue-se na fronteira com o Nepal. O clima do Tibete é frio e seco.

Quase toda a população local é composta por pessoas da etnia tibetana. Quase todos as pessoas falam a língua tibetana e praticam sua própria forma de budismo. O principal líder do budismo tibetano é chamado de dalai-lama.

A economia do Tibete baseia-se na agropecuária. Os tibetanos criam iaques, cavalos, carneiros, cabras e vacas. Plantam cevada, trigo, trigo-sarraceno, painço e batatas. Além disso, se dedicam ao artesanato, confeccionando tapetes, mantas, joias e tigelas de madeira. No setor industrial, os bens mais destacados são tecidos, maquinário e produtos químicos.

Entre os séculos VII e IX, o Tibete tornou-se um poderoso reino budista. Passou a ser dominado pelos mongóis no século XIII. No século XVIII, a dinastia Qing, ou Manchu, da China, passou a controlá-lo.

A dinastia Qing perdeu o poder em 1912. Em seguida o Tibete passou a ser governado por líderes locais. No entanto, em 1950, a China voltou a assumir o controle. Em 1959, os tibetanos se rebelaram contra os chineses, mas foram derrotados. Em 1965, o Tibete tornou-se uma região autônoma da China.

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