O pequeno país chamado Togo fica imediatamente ao norte da linha do equador, na África ocidental. Sua capital é Lomé. O país tem 7.607.000 habitantes (estimativa de 2016) e área de 56.600 km2.

Geografia

O Togo é um país comprido e estreito. Ao sul, há um litoral pouco extenso junto ao oceano Atlântico. O país faz fronteira com Gana, Burkina Faso e Benin. Próximo à costa, há piscinas rasas chamadas lagunas. Os montes Togo atravessam a parte central do país, e planícies cobrem o norte. O clima é quente, com estações secas e chuvosas.

Flora e fauna

Pastagens e árvores esparsas cobrem a maior parte do Togo. Florestas tropicais crescem no sudoeste. Entre os animais, encontram-se elefantes, leões, macacos, hipopótamos, crocodilos, lagartos e cobras.

População

A população do Togo é formada por diferentes grupos étnicos. Os dois maiores grupos são os eves, no sul, e os cabres, no norte. As principais práticas religiosas são o cristianismo, as religiões africanas ou o islamismo. O francês é a língua nacional. A maioria das pessoas vive em pequenas aldeias.

Economia

Grande parte da população do Togo vive na zona rural, onde cultiva a terra e cuida de criações. As principais culturas de alimentos são a da mandioca, a do inhame e a do milho. Muita gente cria ovelhas, cabras e porcos. Também são produzidos café, cacau e algodão. A pesca é outra fonte de alimento. A mineração de fosfatos, que são usados para fazer fertilizantes, é a principal atividade do país.

História

Os eves e os cabres viviam na região antes do século XIV. No século XVIII, a Dinamarca comerciava escravos ao longo da costa. Em 1884, os alemães conquistaram a região, que foi chamada de Togolândia. Durante a Primeira Guerra Mundial, a França assumiu o controle do leste da Togolândia.

Em 1960, a colônia francesa conquistou a independência, com o nome de República de Togo. Em 1967, o general Gnassingbé Eyadéma assumiu o poder. Ele permaneceu como presidente até morrer, em 2005. O Togo então elegeu seu filho, Faure Gnassingbé, para a presidência da República. Houve acusações de que teria ocorrido fraude nas eleições. Em 2015, Faure Gnassingbé foi reeleito, dessa vez em uma eleição considerada justa.

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