A abobrinha faz parte de uma grande família de plantas — a das cucurbitáceas — originária da América Latina. Ela é parente próxima da abóbora, da melancia, do melão, do pepino e da moranga. Há quem diga que seu cultivo começou há cerca de 9 mil anos, com os olmecas, um povo nativo do México. Hoje, a abobrinha é cultivada em todo o mundo.

Muita gente não gosta de abobrinha, mas ela faz bem à saúde: auxilia no funcionamento do intestino e é de fácil digestão. A abobrinha tem cerca de 94 por cento de água, e, por isso, não engorda: 100 gramas fornecem cerca de 20 calorias. Também, é rica nas vitaminas A, B1, B2, B5 e C, e em cloro, fósforo, cálcio, ferro, potássio, silício e magnésio.

No Brasil, as abobrinhas brotam e crescem o ano todo. Há dois tipos mais comuns: a abobrinha-menina, ou abobrinha-brasileira, e a abobrinha-italiana. A abobrinha-menina tem “pescoço” e dá em ramas que se espalham pelo chão. A abobrinha-italiana é menor e não tem “pescoço”.

A abobrinha é utilizada em sopas, suflês, tortas, bolinhos e refogados. Quando é bem nova e pequena, pode ser servida crua, ralada ou cortada fininho. Não se deve descascar a abobrinha nem cozinhá-la muito.

Em linguagem popular, em várias partes do Brasil, “falar abobrinha” é “jogar conversa fora” — isto é, falar coisas sem importância — e “abobrinha” é o mesmo que “conversa-fiada”.

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