Quando uma espécie inteira ou um tipo de animal desaparece, essa espécie está extinta. A extinção é irreparável: isso significa que a espécie deixa de existir para sempre.

Causas da extinção

A causa mais comum de extinção de uma espécie é uma mudança súbita e séria no seu habitat, que é o lugar ou ambiente em que um animal vive. Sua comida pode acabar, ou ele pode perder o lugar onde se protege e outras coisas necessárias para a sua sobrevivência. Os animais raramente sobrevivem a mudanças desse tipo.

Muitos fatores podem provocar mudanças no habitat de uma espécie: enchentes, queimadas, secas, vulcões e outros acontecimentos naturais. As pessoas também podem provocar mudanças no ambiente que atingem drasticamente a vida dos animais. Elas podem derrubar florestas e drenar (secar) áreas normalmente alagadas, além de construir represas que mudam o curso de rios ou fundar cidades em terras de que os animais precisam para sobreviver. As pessoas também poluem o ar, a água e a terra.

Algumas mudanças que podem causar a extinção de animais ameaçam apenas uma pequena área. Outras atingem áreas grandes o bastante para afetar o mundo todo. O fogo ou uma enchente podem causar a extinção de animais que vivem em determinada região. Uma mudança no clima global pode acabar com uma espécie que vive em diversas partes do mundo.

As pessoas também podem causar a extinção de animais de forma mais direta. Algumas espécies foram extintas porque foram muito caçadas. O pombo-viajante, pássaro da América do Norte, é um exemplo desse tipo. Os seres humanos mataram milhões desses pássaros para comer durante muitos anos. O último deles morreu no início do século XX.

Extinções em massa

Às vezes, várias espécies diferentes são extintas em um curto período de tempo. Isso é chamado de extinção em massa. Muitas extinções desse tipo ocorreram no passado. Cada vez mais espécies desaparecem, mas algumas conseguem sobreviver e, ao longo do tempo, novas espécies se desenvolvem.

A maior extinção em massa aconteceu há cerca de 248 milhões de anos. Ela atingiu principalmente animais sem espinha dorsal que viviam na água. Outra extinção em massa aconteceu há cerca de 65 milhões de anos e acabou com muitos animais terrestres, entre eles os dinossauros.

A extinção dos dinossauros

Os dinossauros apareceram na Terra há cerca de 215 milhões de anos. Eles foram os animais terrestres mais importantes do mundo por mais de 150 milhões de anos. Há 65 milhões de anos, no entanto, desapareceram.

Muitos cientistas acreditam que uma grande rocha ou um asteroide vindo do espaço causou essa extinção em massa. Quando o asteroide atingiu a Terra, o impacto causou mudanças drásticas no clima do planeta. A poeira espessa e outros materiais bloquearam a luz solar, as temperaturas caíram e as plantas não conseguiam crescer. Os dinossauros não conseguiram sobreviver às temperaturas baixas e à falta de comida, mas outras espécies de pássaros e mamíferos sobreviveram.

A extinção de grandes mamíferos

Há cerca de 10 mil anos, outra misteriosa extinção aconteceu. Ela ocorreu principalmente na América do Norte, onde muitos grandes mamíferos desapareceram. Entre eles estavam os mamutes e os tigres-dente-de-sabre.

Os cientistas não sabem o que causou a extinção desses animais. Alguns acreditam que o grande número de seres humanos que caçavam esses animais tenha causado isso. Outra teoria é que o clima mudou e afetou a disponibilidade de comida.

Espécies em extinção hoje

Nos últimos duzentos anos, o mundo perdeu diversas espécies de animais. Centenas de outras estão no limite de extinção. Animais em risco de desaparecer são considerados espécies ameaçadas. No Brasil, exemplos de espécies em risco de extinção são o mico-leão-dourado e o lobo-guará.

As autoridades estão trabalhando para proteger essas espécies. Leis protegem o habitat de alguns animais da poluição e da destruição. Outras leis proíbem a caça desses animais. Algumas espécies respondem bem às medidas de proteção e sobrevivem. Outras não têm tanto êxito.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.