Um arranha-céu é um edifício muito alto, com muitos andares. Os primeiros arranha-céus tinham entre dez e vinte andares. Hoje existem arranha-céus com cem andares ou mais, que são geralmente chamados de torres.

Dois avanços conquistados em meados do século XIX ajudaram a tornar possível a construção do arranha-céu moderno. O primeiro foi o processo de produção de aço em grandes quantidades. O segundo foi a invenção do elevador de passageiros.

Antes do aço, o peso dos andares superiores era suportado por paredes de tijolo ou de pedra. O peso enorme de cada andar tornava impossível erguer muitos pisos. Alguns arquitetos (pessoas que projetam construções) usaram uma estrutura de ferro para dar apoio a prédios mais altos, mas mesmo esses não passavam muito de quatro ou cinco andares.

Na década de 1860, a produção e a oferta de aço foram muito ampliadas. O aço é mais forte e também mais leve que o ferro. Para suportar um edifício muito alto, os arquitetos começaram a projetar um esqueleto de aço. O edifício da Home Insurance Company, em Chicago, nos Estados Unidos, foi o primeiro arranha-céu a empregar esse tipo de construção com aço. Construído em 1884-1885, tinha dez andares.

Os arranha-céus não poderiam ser utilizados se não houvesse elevadores. As pessoas não poderiam subir e descer mais que cinco ou seis lances de escadas regularmente. Em 1853, um inventor americano chamado Elisha Graves Otis criou um elevador suficientemente seguro para carregar passageiros.

Nos anos 1920 e 1930, os arranha-céus atingiram alturas ainda maiores. Durante muitos anos, o Edifício Empire State (concluído em 1931), em Nova York, foi o mais alto do mundo, com 381 metros de altura e 102 andares. Hoje existem vários arranha-céus que são mais altos ainda. Até o 2013, o edifício Burj Khalifa, em Dubai, era o arranha-céu mais alto do mundo, com 828 metros de altura e 160 andares.

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