Os axântis, ou achântis, formaram um poderoso reino do oeste africano nos séculos XVIII e XIX. O reino enriqueceu com o comércio de escravos e conquistou muitos povos. Em 1874, todavia, tornou-se colônia da Grã-Bretanha. O território axânti é agora parte do país chamado Gana.

A ascensão dos axântis começou na década de 1670, quando o governante Osei Tutu esmagou todos os opositores na região, intitulando-se asantehene, ou rei. O dirigente seguinte, Opoku Ware, continuou as conquistas axântis. Durante seu reinado, de 1720 a 1750, o império atingiu o apogeu.

Por todo o século XVIII, os axântis forneceram cativos para os comerciantes de escravos britânicos e holandeses na costa. Em troca, os europeus lhes forneciam armas de fogo, que eles usavam para realizar mais conquistas. Depois, a Grã-Bretanha passou a proibir o comércio escravo em 1807. Com isso, os axântis começaram a depender de outros itens comerciais, como ouro, cacau e marfim (uma substância branca, lisa e dura extraída dos chifres e dentes dos elefantes, hipopótamos e rinocerontes).

Sérias perturbações começaram quando os britânicos expandiram seu império para o interior africano e capturaram Kumasi, a capital dos axântis. Estes logo perderam o domínio sobre os povos submetidos a eles. Em 1902, as terras axântis foram incorporadas a uma colônia britânica chamada Costa do Ouro. Em 1957, a Costa do Ouro tornou-se a república independente de Gana. A área axânti conta com cerca de um quarto do território de Gana. Kumasi, a antiga capital axânti, continua a ser uma cidade próspera e movimentada.

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