A canela é uma árvore arbustiva de folha perene da família do loureiro. É nativa do Sri Lanka, da vizinha Costa do Malabar, na Índia, e de Myanmar. É também cultivada na América do Sul e nas Índias Ocidentais. A especiaria é obtida da casca interna do tronco da planta. É da cor castanho-clara, e tem um aroma delicadamente perfumado e sabor quente e doce.

Desde a Antiguidade, a canela foi uma especiaria muito apreciada. Num tempo em que não havia geladeira e era preciso disfarçar o gosto do que já estava se deteriorando, as especiarias como a canela eram fundamentais para o preparo dos alimentos, principalmente as carnes dos animais caçados. Também, na falta de uma moeda com valor de troca entre os diferentes povos, algumas das especiarias tinham valor de ouro nas operações comerciais. A canela foi uma vez mais valiosa do que o ouro. No Egito, a canela era usada no processo de mumificação. Na Europa medieval se usava para ritos religiosos como um incenso e como aromatizante. Mais tarde, foi a especiaria mais lucrativa de comércio da Companhia Holandesa das Índias Orientais. Para os exploradores portugueses, o Brasil foi um importante ponto de abastecimento de canela durante a época colonial.

Nos tempos modernos, a canela é usada para dar sabor a uma variedade de alimentos e é especialmente popular em produtos de padaria. A canela contém um óleo essencial que é destilado para uso em alimentos, licores, perfumes e medicamentos.

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