Os ciclopes, na mitologia grega, eram gigantes com um único olho bem no meio da testa. A eles foram atribuídas muitas histórias e ações.

No livro Odisseia, de Homero, está escrito que eles eram canibais e viviam no campo, em uma terra distante (tradicionalmente a Sicília). Há uma história, na Odisseia, em que um ciclope chamado Polifemo aprisiona Odisseu e seu grupo de navegadores em uma caverna e vai comendo um após o outro, a cada dia. Odisseu (outro nome de Ulisses) escapa da morte, e salva alguns de seus companheiros, cegando o ciclope.

Na obra do poeta grego Hesíodo, os ciclopes eram os três filhos dos deuses Urano e Gaia — Argeu, Bronteu e Estérope —, que forjaram os raios de Zeus.

Em livros de outros escritores, os ciclopes foram descritos como trabalhadores do deus grego Hefesto. Também aparecem como vítimas de Apolo, que os matou por terem forjado os raios de Zeus, responsáveis pela morte de seu filho Asclépio (também chamado de Esculápio).

As paredes de várias cidades antigas, como Tirinto, de arquitetura micênica, foram consideradas construções feitas por ciclopes. O termo ciclópico é utilizado para descrever algo sobre-humano, colossal, que tenha exigido esforço extraordinário. É usado também para designar um muro cujas pedras sejam colossais.

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