A cicuta é uma árvore alta, perene, da família dos pinheiros. Existem cerca de dez espécies, ou tipos, de cicuta encontradas na América do Norte e no leste da Ásia. Elas crescem devagar e podem viver oitocentos anos ou mais.

Desenvolvem-se melhor em áreas frias e sombrias. Crescem até uma altura média de 18 a 21 metros, mas podem ser ainda mais altas. Seus galhos são caídos, o que lhes dá o formato de uma pirâmide. As sementes ficam em pequenos cones que caem das extremidades dos galhos. As folhas, chamadas agulhas, são pequenas e chatas. Os insetos as comem e podem destruir florestas inteiras de cicutas.

A casca da árvore da cicuta é fonte de tanino. Essa substância é usada para conservar e tingir o couro. As pessoas também produzem papel a partir da madeira da cicuta.

Algumas outras plantas venenosas são chamadas cicuta, mas não têm ligação com a árvore da cicuta. Entre elas estão a cicuta-venenosa e a cicuta-aquosa. Essas plantas são ervas venenosas da família da salsa. Crescem na América do Norte e na Europa. Os animais e as pessoas podem morrer se as consumirem. Em 399 a.C., o filósofo grego Sócrates, condenado à morte, teve de beber um líquido venenoso preparado a partir do sumo de uma dessas plantas, a cicuta-da-europa.

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