A palavra doping é inglesa e vem de dope (“dopar”). No esporte, o doping acontece quando um atleta faz uso de drogas consideradas ilícitas pela Agência Mundial Antidoping. É considerado dopado, ou seja, com suas reações naturais alteradas artificialmente.

Esse órgão e o Comitê Olímpico Internacional criaram uma lista com cinco categorias de substâncias proibidas: anabolizantes, diuréticos, hormônios, analgésicos narcóticos e estimulantes. Todas elas melhoram o desempenho do atleta, mas têm efeitos colaterais prejudiciais à saúde. Essa lista é constantemente atualizada para incluir drogas novas.

O doping, portanto, é ilegal. Para saber se um atleta fez uso de drogas ilícitas, é preciso submetê-lo a exames (de urina ou de sangue). Nos campeonatos, esses exames são feitos logo depois que o atleta participa da competição, mas o exame antidoping pode ser feito em qualquer momento da carreira dele. Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) realizou exames antidoping de surpresa, em várias delegações, antes mesmo do início oficial das competições.

Os atletas que fazem uso dessas substâncias são punidos pelos órgãos desportivos, assim como seus médicos e treinadores. Muitos atletas famosos foram suspensos da prática esportiva em competições e perderam títulos e medalhas conquistados.

No Brasil, já ocorreram casos de doping no futebol, vôlei, natação, atletismo e judô, entre outros.

Um dos casos mais famosos de doping da história esportiva foi o do velocista canadense, nascido na Jamaica, Ben Johnson, que quebrou o recorde mundial dos 100 metros rasos duas vezes e foi considerado o homem mais veloz do mundo na década de 1980. Em 1988, nas Olimpíadas de Seul, Johnson perdeu a medalha de ouro após ser flagrado no exame antidoping pelo uso de uma substância chamada anabolizante.

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