O elefante-marinho é um mamífero que pertence à família das focas. Elefantes-marinhos ganharam esse nome por causa de seu enorme tamanho e pelo fato de os machos possuírem um focinho inflável, semelhante a uma tromba. Essa estrutura serve para intimidar outros machos na época de reprodução. As fêmeas não têm tromba; seu focinho é arredondado, com um nariz curto. Tanto machos quanto fêmeas possuem longas unhas negras na ponta das nadadeiras dianteiras. Os machos podem atingir 6,5 metros de comprimento e pesar mais de 3.500 quilos. As fêmeas são bem menores, chegando a 3,5 metros de comprimento e 900 quilos.

Em terra, os elefantes-marinhos são lentos e desajeitados, mas na água, onde passam a maior parte do tempo, nadam graciosamente e são ágeis caçadores. Seu corpo é revestido por uma grossa camada de gordura, que serve para proteção contra o frio e também contra ataques de tubarões e orcas, seus predadores. Elefantes-marinhos se alimentam de peixes, bem como de lulas e outros cefalópodes.

Existem duas espécies de elefante-marinho: o elefante-marinho-do-norte (Mirounga angustirostris) e o elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina). O elefante-marinho-do-norte é encontrado principalmente nas ilhas costeiras da Califórnia, nos Estados Unidos, e de Baja Califórnia, no México; seu corpo tem coloração amarelada ou cinza-amarrozada. O elefante-marinho-do sul, encontrado nas regiões subantárticas, é cinza-azulado. Em ambas as espécies, os filhotes nascem com uma pelagem preta que cai cerca de 20 ou 30 dias depois. Os elefantes-marinhos adultos também passam, a cada ano, por um período de muda em que renovam a pele e os pelos.

Durante a época de reprodução, os machos vêm à terra antes das fêmeas e, assim que chegam, começam a disputar a liderança do território. As fêmeas vêm em seguida, grávidas, e dão à luz os filhotes concebidos no ano anterior; cada fêmea gera um filhote por ano. Cerca de três semanas depois que os filhotes nascem, os elefantes-marinhos acasalam novamente. Cada macho pode engravidar cerca de 40 fêmeas.

Durante os séculos XVIII e XIX, os elefantes-marinhos foram muito caçados por causa de sua gordura, que era transformada em óleo para ser usado em lamparinas e lubrificantes. Por algum tempo, esse animal foi uma espécie ameaçada, porém, graças aos esforços de conservação, suas populações foram aumentando gradativamente. Hoje em dia, o elefante-marinho não corre mais perigo de extinção.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.