Os Médicis (Medici, em italiano) foram uma família rica e poderosa de banqueiros e comerciantes. Tiveram seu apogeu nos séculos XV e XVI, quando dominaram Florença, na Itália, e acabaram por estender seu poder por toda a Toscana, a região onde fica essa cidade.

Os Médicis tinham posições importantes no governo de Florença. Eram também banqueiros do papa, o chefe do catolicismo romano. Vários papas foram Médicis. Duas mulheres da família (Catarina e Maria) foram rainhas da França.

Os Médicis usaram sua grande riqueza para conservar seu poder político, mas também gastaram muito dinheiro com arquitetura e artes. Alguns dos mais importantes prédios, estátuas e pinturas do mundo pertenceram um dia aos Médicis.

Cósimo de Médicis

Nascido em 1389, Cósimo de Médicis foi o primeiro da família a adquirir poder em Florença. Ele ajudou a divulgar na cidade as ideias da Grécia antiga, que se popularizaram e ajudaram a estimular o Renascimento, período importante para as artes e as ciências. Cósimo também colecionou obras de artistas importantes, entre eles Donatello e Fra Angelico. Morreu em 1464.

Lorenzo de Médicis

Lorenzo de Médicis nasceu em 1449. Quando se tornou poderoso, ficou conhecido como Lorenzo, o Magnífico. Sua filha se casou com um filho que o papa Inocêncio VIII tivera antes de se tornar pontífice, e com esse casamento os Médicis assumiram controle quase absoluto sobre Florença e Roma.

Lorenzo fundou uma academia para artistas em Florença. Apoiou os artistas Michelangelo e Leonardo da Vinci e além disso era poeta. Também ampliou com centenas de livros a biblioteca da família. Morreu em 1492.

Papa Leão X

O filho de Lorenzo, Giovanni, nasceu em 1475. Em 1513 foi eleito papa, com o nome de Leão X.

Leão X levou artistas e arquitetos para trabalhar em Roma, no Palácio do Vaticano (residência do papa) e na Basílica de São Pedro (uma igreja colossal). Entre os artistas que contratou estavam Rafael e Michelangelo. Leão X morreu em 1521.

O fim dos Médicis

Com o tempo, o poder dos Médicis se enfraqueceu. Em 1743, morreu a tetraneta de Cósimo de Médicis, Ana Maria Luísa, última sobrevivente da família. Em seu testamento, ela doou a coleção de arte dos Médicis a Florença e à Toscana. Muitos dos tesouros da família continuam em Florença, para ser admirados pelo público.

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