Os reis do antigo Egito eram chamados de faraós. A palavra “faraó” significava, originalmente, “casa grande”, ou seja, o palácio real. Depois, passou a designar os próprios reis.

Funções

Os faraós governavam com poderes absolutos. Faziam leis, controlavam o país e comandavam o exército. Auxiliares chamados vizires e outros altos funcionários os ajudavam nas tarefas de governo. Os faraós eram também líderes religiosos. Os egípcios os adoravam como deuses.

Sepultamento

Quando os faraós morriam, os corpos eram embalsamados — um processo de tratamento químico do corpo, envolvido depois em bandagens, que garantia sua integridade. A esses corpos embalsamados se dá o nome de múmias. Os faraós eram sepultados em tumbas. Muitas tumbas reais ficavam em pirâmides construídas só para isso. Objetos de valor eram enterrados com os mortos. Os egípcios acreditavam que os faraós viviam como deuses após a morte e que iam precisar das coisas que tinham quando eram vivos.

Faraós famosos

Um dos faraós mais conhecidos foi Tutancâmon. Ele governou por volta de 1300 a.C., dos 8 aos 18 anos. Arqueólogos encontraram a tumba de Tutancâmon em 1922. Além da múmia, acharam uma máscara de ouro que reproduzia o rosto do rei, além de joias, móveis, armas e outros tesouros.

Nos anos 1200 a.C., o faraó Ramsés II governou por 67 anos. Ele venceu diversas guerras e ordenou a construção de muitos templos e estátuas. Esculturas gigantescas de Ramsés II ainda podem ser vistas atualmente no Egito.

O cargo de faraó também foi ocupado por mulheres. Muitas delas governaram com os maridos, ou em lugar de filhos pequenos. Não foi o caso de Hatshepsut, que reinou sozinha no século XV a.C. A mais famosa mulher a governar o Egito foi Cleópatra. Integrante de uma linhagem de faraós originária da Macedônia, ela ocupou o trono entre 51 e 30 a.C. Depois da morte de Cleópatra, o Império Romano anexou o Egito e a era dos faraós chegou ao fim.

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